quinta-feira, 31 de março de 2016

Replay: Os Melhores do Mundo

SUPERMAN E BATMAN - OS MELHORES DO MUNDO
Digitalização e Restauração by Onomatopéia Digital

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Um orfanato é reinaugurado em uma cidade que fica entre Gotham City e Metropolis, Midway. Antes, fora um lugar onde as crianças eram obrigadas a roubar para o velho administrador do lugar, Byron Wilie, que está morto. Do túmulo ele se torna o "benfeitor" que possibilita a existência do novo orfanato. 

 Enquanto isso Coringa e Lex Luthor teem interesses diferentes, cada um na cidade um do outro. O Coringa resolve agir em Metropolis e Lex Luthor em Gotham City, o que faz com que os heróis de cada uma dessas cidades, troquem de lugar por uns tempos, para ficarem de olho em seus respectivos inimigos. 


Dave Gibbosn, o consagrado desenhista de Watchmen, aqui está como roteirista, ficando a arte a cargo de Steve Rude, um dos ilustradores mais subestimados do mundo dos quadrinhos. Sua arte tem uma certa nostalgia da Era de Prata, que deixa as histórias mais leves e divertidas. Um vilão como o Coringa, em suas mãos, passa a ser o que realmente é, um palhaço.


segunda-feira, 28 de março de 2016

Replay: Mulher-Gato: Cidade Eterna

MULHER-GATO: CIDADE ETERNA
Digitalização e Ajustes by Onomatopéia Digital

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Jeph Loeb quando está ao lado de Tim Sale sempre produz HQs de qualidade, quando trabalha com outro desenhista produz aventuras do estranho ser que é metade Superman e metade Batman. Vai entender.

Nesta edição encadernada da minissérie Mulher-Gato: Cidade Eterna, os dois voltam ao tempo de Batman: O Dia das Bruxas e Batman: O Longo Dia das Bruxas, só que focalizando Selina Kyle e sua ida à Itália para desvendar um mistério. Para isso conta com a ajuda de ninguém menos que Edward E. Nygma, justamente um mestre em charadas. 


Chegando a Roma, Selina é recepcionada pela máfia, na figura de Loirinho (como ela o chama) que se torna quase sua sombra. Porém, seu alter-ego, a Mulher-Gato precisa agir livremente e vai até o poderoso chefão do local, Don Verini. 

Quando o mafioso morre a seus pés, a ladra se vê em maus lençõis e caçada pelo que parece ser o refugo de Gotham City. Tudo isso sem contar seus constantes pesadelos com o Cavaleiro das Trevas. 


Mas, Selina precisa persistir até entender algumas coisas que estão pendentes em sua vida, e apenas Roma poderá dar as respostas que precisa, nem que para isso precise enfrentar mafiosos e super-vilões. Afinal, quando em Roma faça como a Mulher-Gato.


Graphic Album #01: Drácula

GRAPHIC ALBUM #01: DRÁCULA - J. J. MUTH
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics

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Com o sucesso da série Graphic Novel, a própria editora Abril resolveu ampliar o conceito lançado também as Graphic Marvels e esta série de curta duração (6 números), Graphic Album. 

Apesar da curta duração, tivemos HQs importantes como Um Sinal do Espaço de Will Eisner e Elektra Vive de Frank Miller, além desta aqui, American Flag, Batman em computação gráfica e Sommerset Holmes. 

Este primeiro volume foge do conceito de quadrinização de obras literárias. Na verdade é texto acompanhado das belas pinturas de Jon J. Muth, o mesmo que nos brindaria com a minissérie Moonshadow. 



Replay: Slash


SLASH: O GUERREIRO DO APOCALIPSE - 03 ED. 
Digitaliação e Restauração by Onomatopéia Digital

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Slash - O Guerreiro do Apocalipse é mais um scan 2.0 dentre tantos que ainda precisam ser feitos. Um quadrinho clássico como esse, publicado pela editora Abril, no auge das minisséries e graphic novels, não poderia continuar tendo um scans apenas razoável.

Slash Maraud vive em uma terra dominada por alienígenas. Esta condição já dura anos, e a Terra já foi praticamente colonizada. A resistência aos aliens é praticamente nula, até que Wild Blue convence Slash a liderar uma revolução contra os invasores. Para que tenham êxito precisam encontrar o Dr. X, que não é ninguém menos que um dos invasores que se arrependeu do que estão fazendo com a Terra e se dispôs a reverter o processo de colonização de nosso planeta.

Porém, Wild Blue e Slash são apenas dois, e eles precisam de um exército. Caminhando por um EUA devastado eles encontram os mais improváveis aliados, sejam damazonas, uma gangue de mulheres, ou mesmo uma gangue liderada por um jovem fã de Elvis Presley. Quanto mais o "exército" cresce, mais a chance de sucesso parece possível. Ainda assim, os alienígenas contam com um novo líder, que substitui um cansado Kargh, que vinha deixando os humanos em paz, acreditando que em pouco tempo eles mesmo se destruiriam. O novo líder não pensa assim e parte para o ataque.

Doug Moench e Paul Gulacy foram parceiros por muitos anos criando as aventuras do Mestre do Kung Fu. Assim sendo, os dois tinham mais do que uma química já comprovada, que transbordou nas páginas de Slash. Aventura, romance, humor, sarcasmo e ação são a tônica dessa HQ que traz referências a muitos clássicos do cinema, como Mad Max, Psicose, O Massacre da Serra Elétrica, entre outros. É literatura despretensiosa e divertida. Afinal, para salvar o mundo é preciso ter disposição e humor.

Scans Que Eu Li: Legado de Júpiter

LEGADO DE JÚPITER - LIVRO UM
Tradução e Letras: Guardiões do Globo/Só Quadrinhos/ArteHQ



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Acho que eu não via algo de Mark Millar e Frank Quitely juntos desde o portentoso arco que fizeram de The Authority. Se qualquer coisa que Millar já é digno de uma olhada, em parceria com Quitely, isso torna mais urgente fazer isso. Foi exatamente o que eu fiz: parei tudo e fui ler Legado de Júpiter.

Logo percebi uma coisa que foi ficando cada vez mais evidente: era uma releitura de Superman, coisa que Millar parece estar ficando habituado, haja visto o ótimo Superior. 

Sheldon Sampson guia um grupo de pessoas, entre elas seu irmão e namorada, até uma ilha que viu em um sonho, isso na década de 30. Tal viagem acaba por conceder superpoderes a essa pessoas, sendo que Sampson se torna o maior de todos os super-heróis, Utópico. 

Nos dias atuais, os flhos desses super-heróis são o equivalente aos filhos fúteis de grandes astros do cinema, sempre vivendo à sombra dos mesmos, tendo sido negligenciados por causa da carreira dos pais. Chloe e Brandon sãos os filhos de Sampson. 

Já o irmão de Sampson, Walter, acha que como super-heróis eles devem se envolver mais nos assuntos políticos de seu páis, para tentar tirá-lo da crise econômica, entre outras coisas. Sheldon Sampson discorda, e como uma espécie de líder por natureza, deve ser obedecido. Walter se ressente disso. 

O Utópico é bem parecido com o Superman, não só pelos poderes, como também pela índole. Procura deixar que os humanos comuns sigam seu próprio caminho, e não quer tomar se tomar as rédeas do poder apenas porque pode fazer isso. Ele e a esposa são os únicos super-heróis que ainda usam uma identidade secreta. 

Porém, a relação entre todos eles está para entrar em colapso, e os pivôs dessa mudança serão Chloe e Brandon. Nada mais será como antes. 




domingo, 27 de março de 2016

A Arte de Frank Cho

A ARTE DE FRANK CHO & WOMEN BOOK I e II
Digitalização by K6 of Ultron & Empire


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Que dizer deste sul-coreano que não conheço a já considero pacas? Duk Yun Cho (ou Frank Cho) é um dos melhores ilustradores de quadrinhos, principalmente no quesito Mulheres Gostosas. 

Com as polêmicas vazias de feministas sobre como a mulher deve ser representada nos quadrinhos, Cho acabou por tomar partido do Time Gostosas, depois da polêmica sobre a capa alternativa de Milo Manara para a Mulher-Aranha, comprando até inimizades com o desenhista de Spider Gwen, um feministo declarado que odiou quando Cho sensualizou sua personagem. 

O fato é que Frank Cho faz aquilo que gosta: desenha e desenha bem. Em trabalhos como o reavivamento de Shanna, a Mulher-demônio, Cho deixa claro que usa os quadrinhos para o que eles são: fantasia e diversão, não como plataforma para lutas sociais. Não que eles não possam ser. Claro que podem, e até devem ser usados assim, mas com certeza dentro de um contexto. 


Seu maior sucesso é Liberty Meadows, tirinha de sua autoria que retrata a vida de animais falantes em uma espécie de casa de repouso, onde são cuidados por humanos. Quando trabalhou em Os Novos Vingadores, ele insere aparições especiais nas histórias de personagens parecidos com os de Liberty Meadows. 

Sua maior marca são realmente as mulheres sensuais, mas não se restringe apenas a isso, o o texto de Liberty Meadows deixa bem claro. Cho é um grande contador de histórias.

Os três volumes aqui publicados nos trazem uma amostra do trabalho detalhista de Cho e de sua habilidade em retratar o corpo humano. No mais, só posso dizer uma coisa às feministas que procuram ditar como se deve desenhar quadrinhos de super-heróis: Cho!


sábado, 26 de março de 2016

Scans Que Eu Li; A Lendas das Lâminas

A LENDA DAS LÂMINAS ESCARLATES - 04 VOLUMES
Tradução e Letras: Ndrangheta DecK'Arte


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Um ronin sem um braço, sem um dos olhos e desmemoriado; uma menina que conta histórias com bonecos; uma shogunai sedenta de poder e um samurai com um terceiro braço e um terceiro olho. Tudo isso é o que se precisa para se contar uma saga em quatro volumes chamada A Lenda das Lâminas Escarlates. 

Raido, o ronin desmemoriado, salva a pequena Meiki e esse acontecimento dá início ao retorno de suas memórias. As vozes em sua cabeça, que o atormentam há muito tempo, parecem saber mais do que ele. 

A arte magistral do italiano Saverio Tenuta só perde para seu texto. Heróis e vilões trágicos, misticismo e a honra entre homens e até entre os animais. 

Uma história profunda, que não faria feio em um lançamento aqui pelo Brasil, foi seria algo a enriquecer uma biblioteca de quadrinhos. Este é um dos quadrinhos mais emocinantes e bem ilustrado que já tive o prazer de ler. Só tenho a agradecer ao Reverendo e Elicarpo. 


terça-feira, 22 de março de 2016

Monstro do Pântano - Livro Um

MONSTRO DO PÂNTANO - LIVRO UM
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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O mais distante na memória que me lembro de ler Monstro do Pântano é na revista Superamigos da Editora Abril. O verdão era publicado pela EBAL anteriormente, mas eu nunca o li, provavelmente porque não me interessava em um gibi sobre um vegetal ambulante. Claro, eu não sabia o que estava perdendo. 

Mesmo antes de Alan Moore, Monstro do Pântano já era um gibi imperdível, hoje em dia percebo isso. Quando comecei a ler Supermigos, lia aquelas histórias incríveis, mas ainda era mais ligado às histórias de super-heróis. Alan Moore? Não fazia a mínima ideia de quem era. 


Para se ter uma ideia de como eu dava pouca atenção, quando soube que John Constantine tinha surgifo nas páginas de Monstro do pântano, eu o confundia com Anton Arcane. Acha que ele era o vilão. 

O fato é que, passado o tempo, quando comecei a escanear, voltei a ter contato com esses quadrinhos. Muita gente enviava scans dos formatinhos e da revista solo que a Abril lançou, com aventuras de Alec Holland e John Constantine. 

Assim como tentei com os quadrinhos de Hellblazer, também tentei publicar Monstro do Pântano em ordem de numeração original. E, assim como em Hellblazer, era complicado, ainda que menos. 


Mas, o fato é que a Abril publicara o personagem em formatinho e depois em formato americano. Em vez de reiniciar, ela apenas continuou e a diferença de um formato para o outro fazia com que os scans dos dois tivessem uma diferença gritante.

Quando a Brainstore, antiga metal pesado, começou a lançar encadernados, minha esperança de que poderia escanear com melhor qualidade se renovou. Se renovou e se destruiu em seguida quando vi que os encadernados eram em preto e branco. 

Nada contra o preto e branco, quando os originais são assim, como era o caso de A Espada Selvagem de Conan, por exemplo. Essa decisão não era estética, era financeira. Os encadernados eram tão caros quanto se fossem coloridos. Só foi até o segundo volume, claro. 


Então, o jeioto foi continua tentando arumar os scans de formatinhos e formato americano da Abril. Para se ter uma idea, na tentativa de melhorá-los, eu até baixei scans em inglês, apaguei os balões, e transcrevi os textos dos scans de formatinho, tendo que completar os textos editados pela Abril, assim como perceber que páginas inteiras tinham sido cortadas. Dessa forma a fase Alan Moore foi completada. Assim pensava eu. 

Um grupo, que não me lembro agora, traduziu e letreirou o número 20, que era onde Moore realmente começava, com a história "Pontas Soltas". Graças às editoras e suas decisões editoriais estranhas, eu achava que a fase dele começasse no número 21. Só assim, graças a este grupo, tivemos a fase realmente completa em scans. 


Outros grupos continuaram produzindo a fase seguinte, a que Rick Veitch passou a escrever, além de ilustrar. E, creio que foi completada ou quase. Não tenho certeza. 

Quando a Pixel adquiriu os direitos sobre o material da Vertigo, pensei novamente, que agora teríamos Monstro do Pântano em scans de qualidade. Novamente só tivemos o primeiro volume, que foi digitalizado. E tudo parou aí. Mas, a Panini retomou a publicação do elemental e já completou a fase Alan Moore. Se vai continuar com a de Veitch, não sei dizer. 

Mas, ao menos uma parte que nenhuma editora conseguiu antes, já foi feita. Neste volume, eu coloquei as três páginas de introdução escritas por Alan Moore, publicadas na edição da Pixel, que não foi publicada nessa. No mais, mergulhem de cabeça no pântano. 

segunda-feira, 21 de março de 2016

Replay: Video Jack


VIDEO JACK - MINISSÉRIE EM 03 EDIÇÕES 
Digitalização e Restauração by Onomatopéia Digital

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Quando o tio de Damon Xarnett decide que Hickory Heaven precisa retornar aos velhos tempos e deixar de ser uma cidade decadente, com jovens mal educados e pessoas cada vez mais depravadas, eis que tanto Damon e seu amigo Jack Swift, são arrastados para um aventura extremamente louca. Afinal, Tio Zach quer fazer com que seu sonho vire realidade usando magia negra e tecnologia, mais exatamente a do videocassete. Ele quer que a cidade seja um eterno filme de Frank Capra e talvez tivesse conseguido, se não fosse interrompido.

Quando Damon leva Jack à casa de seu tio e os dois encontram o aparato de tio Zach, não se dão conta de que não é mais um simples aparelho de TV... e apertam o botão do controle remoto, indo parar no meio da programação televisiva mais louca dos anos 80, década em que foi produzida a minissérie, por Cary Bates, Keith Giffen, Dave Hunt e um punhado de artistas convidados, entre eles Kevin Maguire, Walt Simonson, Trina Robbins, Jim Starlin e outros.

A minissérie foi produzida no selo Epic Comics, da Marvel.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Apocalipse Al

AS AVENTURAS DE APOCALIPSE AL- 04 EDIÇÕES
Tradução e Letras by Renegados


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J. Michael Straczynski traz para nós Apocalipse Al, ou melhor, Allison Carter, detetive particular especializada em encontrar e deter tentativas de trazer o Fim do Mundo ao nosso planeta.

Logo de cara você precisa entender uma coisa: é uma HQ sem compromisso nenhum com a seriedade. Não chega a ser uma paródia, mas tem bastante humor. Nesse clima, os clichês acabam funcionando a favor da história. 

Alguém conseguiu o Livro das Chaves e está abrindo cada portal que não deveria. O último deles trará o Fim do Mundo. A coisa é tão séria que até a Escuridão... Suprema se dispôs a ajudar Allison, pois tem suas próprias razões. 

A HQ poderia ser descrita como um Supernatural para homens, pois Allison é a típica gostosa. Straczinsky está livre, leve e solto, brincando com a personagem e o tema. Algumas adaptações feitas pelo tradutor, tamebém me fizeram rir bastante. 

Se você não está no espírito para quadrinhos que beiram a ingenuidade, não recomendo. Agora, se se diverte facilmente, manda ver!

quinta-feira, 17 de março de 2016

Drácula - Fernando Fernández

DRÁCULA - FERNANDO FERNÁNDEZ (1984)
Scans em ESPANHOL por autores desconhecidos

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Um amigo do Facebook me disse que um amigo seu queria me emprestar sua adaptação de Drácula (que estava em inglês) de Fernando Fernandez para que eu escaneasse e traduzisse. Além de ser um trabalho de tradução que precisa ser feito por alguém que seja perito no assunto, escanear sua edição a estragaria, mesmo que eu não desmembrasse.  Então, eu fiquei de procurar a edição já escaneada, pela internet. 

Pedi ajuda a outros amigos para encontrá-la, pois achava que seria quase impossível dada a raridade. Uma HQ de 1984, de um artista espanhol. Realmente não encontraram. Mas, eu tentei uma ida ao Google, mais uma vez. Depois de uns links falsos, acabei achando a HQ em espanhol mesmo. 


Fiquei interessado em colocar aqui, mesmo em espanhol, devido ao fato de a pessoa que tinha a edição em inglês dizer que, provavelmente, é a melhor adaptação de Drácula para os quadrinhos. 

Fernando Fernandez é um artista espanhol, que nasceu em 1940 e faleceu em 2010. Junto a outros autores levou uma renovação ao quadrinhos espanhol. Trabalhou para editoras da Inglaterra e Estados Unidos, publicando na Warren e na Heavy Metal, além de ter seus trabalhos de autor.


Como traduzir do espanhol algo tão extenso é complicado, principalmente pela falta de domínio, e também pela falta de tempo para letreirar, achei que valia a pena postar essa obra de arte, literalmente falando.

As mais de 90 páginas são inteiramente pintadas e, assim, ficamos conhecendo a arte desse fabuloso quadrinista espanhol. A história todos já conhecemos, mas ela sempre vale a pena ser contada e recontada, lida e relida. 


terça-feira, 15 de março de 2016

Scans Que Eu Li: A Red Masss

A RED MASS FOR MASS - 04 EDIÇÕES
Tradução e Letras by Renegados


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Uma saga gigantesca contada em apenas quatro edições de 25 páginas cada. Jonathan Hickman é o cara e a Image é seu pastor. 

Estamos no futuro e a Terra está para sofrer o que pode ser a invasão alienígena definitiva. Mesmo contando com super-heróis e supervilões lutando juntos para detê-la, as previsões são pessimistas. 

Para, quem sabe, ter um mínimo de chance, precisam convocar Marte, super-herói exilado, que caiu na Terra ainda criança, no século VII. Marte não aceita o convite e deixa todos sem esperança. 

Para tentar deter a invasão o cientista mais inteligente do mundo cria uma bomba que detonará um buraco negro no centro da armada alienígena. Mas, para isso, os super-heróis e supervilões precisam levar o aparelho até eles, antes que cheguem à Terra. 

Um olhar diferente sobre o tema super-herói. Hickman mostra um lado mais profundo e melancólico, num futuro onde a humanidade atingiu a utopia, mas ainda não está livre de todas as ameaças. 

Em quatro edições ficamos cientes da invasão, origem do super-herói que é quase um deus, porque ele se exilou e temos toda essa invasão alienígena acontecendo. Isso, sem contar com os execlente desenhos de Ryan Bodenheim. Obrigado aos Renegados Oliverrá e JC.