segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Crise nas Infinitas Terras

CRISE NAS INFINITAS TERRAS - EDIÇÃO DEFINITIVA
Digitalização: Eudes H. - Ajustes e Junção das Páginas: Alan Bishop
Uma co-produção HORDA SCANS e ÐØØM™ SCANS

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Eu tinha uns 16 anos quando a Crise começou. A mãe de todas as sagas foi publicada aqui, pela primeira vez, nas revistas em formatinho dos super-herói DC publicadas pela Editora Abril, durante o ano do Senhor de 1987, dois anos após ter sido publicada nos EUA. As revistas eram Super-Homem, Novos Titãs e Superamigos.

Aliás, era uma época e tanto: além dos incríveis Novos Titãs de Wolfman e Pérez, tivemos também a soberba Camelot 3000, de Mike W. Barr e Brian Bolland e, juntamente com Crise, líamos O Monstro do Pântanpo repaginado por Alan Moore. Mas, Crise, nossa, Crise mudaria tudo, falando no sentido mais literal. 

Para um jovem de 16 anos, acostumado a ler aqueles quadrinhos pacatos da Era de Prata, em que os super-heróis "morriam" e estavam de volta á vida antes do fim da história, pois na verdade não tinha realmente morrido, Crise era quase traumático. E, para piorar, meu super-herói preferido da editora - depois do Super-Homem - era o Flash de Barry Allen. É, vocês sabem do que estou falando. 

Havia algo de pungente na minissérie. Cada novo capítulo era como ser jogado no olho do furacão... e pelado. Nós realmente sentíamos as perdas, nos preocupávamos com cada um dos super-heróis, como se estivesse mesmo desaparecendo para sempre. E, até aquele momento, estavam.  A barreira de anti-matéria parecia ter um signifcado mais subjetivo na vida dos leitores: seria ela a vida adulta, destroçando tudo que você viveu em sua infância? Para alguém que estava saindo da adolescência e começando a dar os primeiros passos para a vida adulta, poderia ter esse significado. Mas, claro, eu não pensava em nada disso. Eu só queria que as próximas revistas chegassem logo às bancas.  



Lembro perfeitamente, como se fosse agora, do momento em que comprei esta Superamigos acima, que tem a Mulher-Maravilha em destaque na capa. Eu estava indo com minha mãe, minhas duas irmãs e meu irmão à casa de algum parente em uma parte distante do Rio de Janeiro. No caminho me deparei com uma banca e lá estava a revista. Não pensei duas vezes e comprei. 

Quem disse que eu esperei até chegar em casa para ler? Eu entrei no novo capítulo de Crise e simplesmente fui lendo enquanto andava até onde a gente estava indo. Quem olhasse para minha cara, enquanto eu lia, provavelmente pensaria que eu estava mirando cadáveres em decomposição, tal era a cara de espanto que eu fazia. 

Depois que a saga terminou, todos sabem que acontece, mas eu vou dizer assim mesmo: a DC reformulou seu universo e seus personagens, como nunca havia feito antes. Super-Homem, Mulher Maravilha, Batman e vários outros, tiveram suas origens recontadas e passaram a viver como se tudo antes de Crise nunca tivesse acontecido. 

Isso levantou alguns problemas, como por exemplo: quem se lembrava de Crise? Alguém lembrava de Barry Allen? Ele nunca havia existido? Entre outras perguntas.

 

Com o tempo, tais questões acabariam por dar pano pra manga para outras tantas sagas, algumas delas diretamente citando Crise nas Infinitas Terras, no entanto, nenhuma delas se igualando. 

As reedições de Crise ainda eram mais esperadadas do que outras sagas. A Editora Abril lanço uma série de três encadernados, mas ainda no famigerado formatinho. Demoraria alguns longos anos para que víssemos Crise em formato americano, nas mãos da Editora Panini em duas edições, já com a capa desenhada por Gorge Pérez e Alex Ross. Mais um bocado de anos depois, chegou a Edição Definitiva, que é esta postada aqui. 

E, mesmo depois de tanto tempo, - quase 30 anos depois - quando releio a saga, parece que sou aquele adolescente de novo, que estava no meio da rua, com mãe e irmãos andndo a sua frente, enquanto eu estava lá atrás, perdido em um lugar onde mundos e super-heróis estavam lutando e morrendo. E eu lutava e morria junto com eles. 


Uma amostra da magia de Alan 
Bishop.  Manja só!



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Demônio da Mão de Vidro

GRAPHIC GLOBO #02: O DEMÔNIO DA MÃO DE VIDRO
Digitalização 3.0 e Ajustes by OutsiderZ/HORDA Scans

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Para baixar o episódio de A Quinta 
Dimensão, clique Aqui e Aqui

Trent é um homem sem memória que lembra apenas dos poucos dias em que vem sendo perseguido incessantemente por estranhos homens que querem matá-lo. Além disso, no lugar de uma de suas mãos, ele tem uam mão de vidro que, na verdade, é um pequeno computador que parece saber o que está acontecendo. Mas, não sabe tudo.

A mão está incompleta. Faltam componentes em três dedos. Componentes estes que podem explicar toda a história de Trent e elucidar quem ele é e porquê está sendo perseguido.

O que ele logo descobre, pelos próprios perseguidores, é que eles são alienígenas e, tato eles, quanto Trent, vieram do futuro da Terra, para este presente da Humanidade. Os kybens dominarão a Terra daqui a mil anos, mas, não dominarão os humanos, que sumirão de repente, como se nunca tivessem existido. 

Trent e sua mão podem ter a resposta para esse enigma, por isso os kybens o perseguem. Quando chega ao quartel general dos aliens, um prédio de escritórios, a coisa se complica ainda mais, quando uma mulher, Consuelo, estava no prédio depois da hora. Agora Trent precisa salvar a si mesmo e a moça, além de tentar conseguir as partes que faltam de sua mão. 

Não é a primeira vez que eu posto a graphic novel e o episódio da série A Quinta Dimensão (The Outer Limits) em que a mesma é baseada. Porém, da primeira vez, eu fiz no automático, sem saber muito sobre a série. Apenas achei curioso.

Desta vez, tendo postado a série inteira, resolvi refazer a HQ, para fazer jus a obra de Harlan Ellison, o roteirista. 



quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Hellblazer: Infernal - Vol. 02

HELLBLAZER: INFERNAL - VOLUME 02
Digitalização e Ajustes: OutsiderZ/HORDA Scans

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Continuando a fase de Garth Ennis, John Constantine tem alguns encontros inesperados neste volume. Logo de cara ele encontra, durante o Natal, com um tristonho Senhor da Dança que, hoje em dia, foi esquecido pela maioria das pessoas.

Em seguida, Constantine é convocado para estar na presença do Rei dos Vampiros, na história que comemorou as 50 edições da revista solo do mago. 

Logo depois, nem mesmo ao ir à lavanderia, Constantine consegue se livrar do sobrenatural que parece persegui-lo. 

E, por fim, mais um arco para lá de interessante. Alguém da família real está possuído por um demônio dos mais sanguinários, e Constantine é chamado para resolver a situação. Porém, quanto mais sabe sobre o caso, mais Constantine percebe que a coisa é muito pior do que parece.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Coleção Marvel Salvat: Wolverine I e II

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: WOLVERINE - ORIGEM
Digitalização e Ajustes by Renato P./HORDA Scans

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Quando a Marvel foi vendida para uma nova empresa, quem assumiu a presidência foi Bill Jemas. Cansado dos mistérios que cercavam o passado de Logan, exigiu que a origem do mesmo fosse contada em uma minissérie. Assim surgiu Wolverine Origens. 

Escrita por Paul Jenkins e ilustrada por Andy Kubert, a minissérie causou um rebuliço entre os fãs. Talvez a maioria preferisse que as origens de Wolverine tivessem parado ali mesmo por Arma X, quem sdabe. Ou apenas não gostaram do rumo tomado pelas decisões de Jemas. 

A única coisa que se sabia era que Logan era muito velho, tendo lutado até mesmo na Segunda Guerra Mundial, entre outras aventuras. Mas, a minissérie nos leva a um passado bem mais distante, onde uma tragédia em família acaba por despertar a fera que habita o jovem mutante. 

Com toda a controvérsia, a minissérie acabou sendo um sucesso e agora sabemos tudo - ou quase tudo - sobre Wolverine. E, como não poderia deixar de ser, devido ao sucesso, uma continuação foi escrita, agora com outro roteirista e outro Kubert nas ilustrações. 

Desta vez, além de ser foco de interesse do cientista sinistro conhecido como Nathaniel Essex, Logan tem seu primeiro encontro com o homem chamado Creed.

WOLVERINE - ORIGEM II
Digitalização e Ajustes by Renato P./HORDA Scans

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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A Biografia de Stan Lee

INCRÍVEL, FANTÁSTICO, ESPETACULAR:
 A BIOGRAFIA DE STAN LEE EM QUADRINHOS
Digitalização, Tradução e Letras by Biscoito de Rapadura

PARA BAIXAR EM PORTUGUÊS, CLIQUE AQUI
DOWNLOAD IN ENGLISH VERSION HERE

Difícil lembrar quando me dei conta de quem era Stan Lee, em sua totalidade. Seu nome era uma constante nas HQs que da Marvel que eu lia quando garoto, com seu "Stan Lee Apresenta..." em cada história publicada, mesmo que não fosse escrita por ele. O cara era como o Walt Disney dos super-heróis, ele dava um rosto a um sonho. 

Mesmo sendo decenauta de carteirinha, eu sempre curti a Marvel da mesma forma e sempre percebi essa diferença básica entre as duas editoras: lá havia alguém que fazia a ligação entre nosso mundo e o mundo de fantasia que a editora nos proporcionava. Ele era a ponte. E, não só entre nós e a editora, mas entre os criadores e os personagens criados. 


Amado e odiado pelos fãs de super-heróis, ainda assim não se pode negar a contribuição de Stan Lee para o ponto de virada na História das histórias em quadrinhos. Sua relação com os co-criadores sempre foi conturbada, afinal, Stan Lee não era apenas o criador dos novos e retumbantes personagens que elevaram a Marvel a status de lenda, ele era também um comerciante. Ele se tornou a força motriz por trás de uma nova era dos super-heróis, junatndo em torno de si os melhores artistas. 

Stan Lee já teve sua história contada em livro e documentário, mas, faltava ser contada no ambiente mais adequado á sua pessoa: nos quadrinhos. Com a ajuda de Peter David e da artista Colleen Doran, o homem da Casa das Ideias nos traz a história de sua vida em detalhes, diretamente de suas memórias e sempre com muito bom humor. 


Sua vida quando criança; seu início na editora que viria ser a grandiosa Marvel; o encontro com sua esposa Joan; suas perdas e suas conquistas. 

Stan Lee viveu para que sua biografia incluisse a chegada da Marvel na era de filmes baseados em super-heróis que valeriam a pena assistir, algo pelo qual ele sempre esperou. Até mesmo estaria neles, em participações especiais e, assim, se completaria a sua jornada neste mundo de magia. 

Ainda assim, Stan nada fala sobre aposentadoria e continua fazendo o que faz de melhor, sonhando e realizando. 


A produção desta versão traduzida teve a participação de eu mesmo, na digitalização e limpeza dos scans, além de Skaetos na tradução e de Johnny Who na tradução, capa e edições complementares. Uma parceria entre Rapadura Açucarada e Gibiscuits! 

A edição impressa em português também já se encontra a venda em todas as livrarias: Incrível, Fantástico, Inacreditável, capa dura, 192 páginas, a R$ 60,00, mas pode ser encontrada mais barato, é só pesquisar.


terça-feira, 22 de novembro de 2016

Coleção Marvel Salvat: Arma X

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: WOLVERINE - ARMA X
Digitalização e Ajustes by Renato P./HORDA Scans 

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Barry Windor-Smith já era o cara bem antes de Wolverine: Arma X. Quando Roy Thomas conseguiu os direitos de publicação para Conan, o Bárbaro, Barry foi escalado para ser o artista a ilustrar as aventuras do selvagem hiboriano. A certa altura as vendas começaram a decair e Stan Lee encostou Roy Thomas na parede dizendo que era melhor cancelar a revista, pois um artista daquele naipe estava sendo desperdiçado ali. Roy Thomas insistiu e evitou o cancelamento. 

Com Arma X pudemos assistir de camarote todo o potencial de Barry Windsor- Smith posto a prova. Wolverine já era um personagem icônico, mas com muitas lacunas em sua origem e o artista foi quem ganhou a responsabilidade de preenchê-las. E, não apenas ilustrando, mas escrevendo, arte-finalizando e colorindo. Quase um trabalho de autor. 

O que surgiu disso foi algo que se tornou um clássico. Uma história selvagem e sensível acerca de um homem privado de sua liberdade e usado para os vis fins de um governo que desejava a máquina de matar perfeita. E conseguem, para o bem e para o mal. 

Nada do que veio depois, para explicar as origens de Wiolverine se assemelhou a algo assim, feito com tanta dedicação e noção do que seja uma boa história em quadrinhos, que deve ser algo para divertir, mas, ao mesmo tempo, elevar essa mídia ao grau de arte. 






sábado, 19 de novembro de 2016

Demolidor: A Queda de Murdock

DEMOLIDOR: A QUEDA DE MURDOCK - MILLER E MAZZUCHELLI Digitalização e Tratamento by Onomatopéia Digital

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Frank Miller já havia deixado de escrever o personagem há alguns anos, quando a Marvel o convidou para fazer isso mais uma vez, em um arco que se intitularia Born Again, aqui no Brasil conhecido como A Queda de Murdock. Mal sabia a editora que estava preparando o nascimento de um clássico que redefiniria, novamente, o Homem Sem Medo.

Na história, a identidade secreta do Demolidor é vendida a ninguém menos que seu maior nêmesis, Wilson Fisk, o Rei do Crime. Com essa informação em seu poder, o chefe do crime organizado da cidade de Nova York decide, não apenas executá-lo, mas, retirar tudo dele e deixá-lo na miséria e sem amigos.

Ilustrada pelo mesmo David Mazzuchelli de Batman: Ano Um, a HQ é um primor de narrativa e mostra o quanto Frank Miller estava no auge de seu talento. Quando o rei percebe que "um homem que perdeu tudo, é um homem sem medo", é tarde demais.

Demolidor: O Homem Sem Medo


DEMOLIDOR: O HOMEM SEM MEDO - MILLER & ROMITA, JR.
Diogitalização e Restauração by Onomatopéia Digital


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Com o sucesso da série produzida pela Netflix, me vejo na obrigação de republicar os scans destas duas obras que talvez sejam as mais importantes na história do personagem. A série capturou perfeitamente a essência de Matt Murdock e levou para as nossas telas de TV. Assim como sofreu uma revolução nas mãos de Frank Miller, nos quadrinhos, agora é a vez de isso acontecer em live action.

A vida gráfica do Demolidor se divide em duas eras: AM e DM (Antes de Miller e Depois de Miller). Frank Miller era apenas desenhista, ilustrando os argumentos de Roger Stern, até que um dia, cairam na besteira de deixar com que ele assumisse també os roteiros. Foi o começo de uma Era de Ouro para o personagem.

Miller criou novos personagens, incluindo a ninja Elektra, que descobririamos, era uma antiga paixão de Murdocl, que voltava a sua vida, muito mais mortal. A ampliação no conceito do personagem foi tanta que, nada era mais natural que o autor nos recontar sua origem do seu ponto de vista. Foi onde surgiu a minissérie Demolidor: O Homem Sem Medo. Miller estava no auge, já tendo reestruturado um personagem ainda mais icônico: Batman. Isto sem contar que ele nos dera a história mais eletrizante de Demolidor, que está publicada logo abaixo.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Coleção Marvel Salvat: Motoqueiro Fantasma

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: MOTOQUEIRO FANTASMA
Digitalização e Ajustes por Renato P./HORDA Scans 

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O Motoqueiro Fantasma foi enviado ao inferno, afinal havia vendido sua alma para Mephisto e teve de pagar o preço. Agora, noite após noite, ele tenta escapar das garras da agonia que o perseguem e continuamente ele é capturado por hordas demoníacas, despedaçado de diversas formas e regenerado novamente para que tudo recomece e sua agonia seja infinita. 

Mas Malachi, um anjo do paraíso, tem outros planos para o Espírito da Vingança, ele oferece a liberdade em troca da captura de um arquidemônio chamado Kazaan, ele terá que ser mais rápido que os agentes do Inferno e do Paraíso, Hoss e Rute, que já estão no encalço de Kazaam e não terá muito tempo para cumprir sua missão e conseguir sua tão sonhada liberdade. Estrada para a Danação é uma HQ macabra, os detalhes na arte fazem uma grande diferença, pois o produto final seria bem menos impactante sem o apoio visual dado por Clayton Crain.

Vale salientar que a história talvez não agrade as pessoas que se ofendem facilmente, pois a religião é tratada de forma crua e direta, para os anjos descritos por Garth Ennis “os fins justificam os meios”, ou seja, para que milhões vivam eles não ligam em sacrificar uma vida, são cruéis e impiedosos e punem aqueles que podem enxergá-los, já os demônios, não é nenhuma surpresa saber que eles não dão o menor valor a vida de quem quer que seja. 

O motoqueiro por sua vez é visto como alguém que não pode ser detido, ele está em uma missão e nada o deterá, ele foi marcado pelo período em que passou no inferno e fará de tudo para continuar longe de lá. Uma história com um tema forte, indicada para todos que gostam de batalhas violentas e cheias de ação, com cenas impactantes e um humor negro de primeira.

Esta resenha é do site Beco Literário.




The Maxx

THE MAXX - ANIMAÇÃO COMPLETA
DVDRip/MP4/13 Episódios/ Áudio em inglês/Legenda separada
em Português/10 min. cada/120 MB em média cada

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The Maxx foi criado por Sam Kieth para os quadrinhos da Image. Um anti-herói dos mais diferentes. Maxx é um sem teto que veste uma estranha fantasia azul e mora em uma caixa de papelão. A assistente social Julie Winters é sua única amiga. Ao mesmo tempo, ela é a Rainha das Selvas dos delírios (ou não) de The Maxx, quando ele é um caçador na savana australiana, perseguido por estranhos animais conhecidos apenas como Isz. 

Apenas uma pessoa sabe dessa estranha condição de Maxx, é Mr. Gone, que é faz da vida do anti-herói um inferno, bem como a de Julie Winters. A animação já esteve por aqui na TV a cabo e teve apenas 13 episódios em uma única temporada, que não foi renovada, mesmo que os quadrinhos ainda tivessem mais para serem adaptados. 

Uma das coisas que chama a atenção em The Maxx é que a adaptação é muito fiel, quase quadrinho a quadrinho. Ainda assim não é um motion Picture, com o aquele de Watchmen, é uma animação em que o traço e o roteiro de Sam Kieth ganham movimento. 

Abaixo segue as HQs que chegaram a ser traduzidas por vários grupos, colocadas parta download. 

THE MAXX #01 a #35
Tradução e Letras by GibiHQ/Infinitos/
Trad-Mania/Os Impossíveis


PASTA COM EDIÇÕES SEPARADAS AQUI
ARQUIVO COM AS EDIÇÕES EM PACK, AQUI



quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Homem Animal - Vol. 03

HOMEM ANIMAL - VOLUME 03
Digitalização e Ajustes by Eudes H./HORDA Scans

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Grant perguntou à editora Karen Berger:
- Posso fazer tudo que eu quiser?
- Sim, claro.
- Colocar minha gata falecida, minha amiga imaginária de infância e até a mim mesmo, na história?
- Grant, é o Homem Animal, pode fazer qualquer coisa, quem vai se importar?

É como imagino que tenha sido o entrevero entre os dois, quando Grant Morrison assumiu o título do Homem Animal, um daqueles que seriam a semente do selo Vertigo, junto com Monstro do Pântando de Alan Moore e Sandman de Neil Gaiman. Querendo os haters ou não, o cara também estava lá. 

E, neste terceiro volume das aventuras animais de Buddy Baker, chegamos ao final da fase Morrison. Com uma tragédia inimaginável a sua frente, Buddy quase enlouquece. Antes, porém, decide ir atrás dos responsáveis por isso, sem aquela de "super-herói não mata". Chega de Senhor Bonzinho. 

E mais, ele decide conseguir uma máquina do tempo, mas, não consegue atingir seu objetivo e ficar perdido no passado. Em seguida vai parar em um lugar estranho, onde habitam vários personagens defasados, assim co mo ele já foi. 

Mas, o encontro mais esperado está no último número do volume. Criador e criatura. Ok, não é o criador, mas deixa a frase de efeito aí. Té mais.




Yu Yu Hakusho - Vol. 02

YU YU HAKUSHO - VOLUME 02
Digitalização e Ajustes by renato P./HORDA Scans

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Yusuke continua sua jornada no mundo dos espíritos, juntamente com Botan. Neste volume ele ajuda um menininho a superar a morte de seu cãozinho. Ele, Botan e um Texugo precisam confortar um velho que se tornou muito rabugento depóis que perdeu toda sua família. Além disso, os antigos inimigos de Yusuke estão com problemas na escola, quando o diretor resolve prejudicar um deles, se todos não foram bem nas provas. Por fim, Yusuke volta a seu corpo, mas, apenas por um dia. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Coleção Marvel Salvat: Thor

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: THOR - O ÚLTIMO VIKING
Digitalização: Renato P./Ajustes: Eudes H./H.O.R.D.A. Scans

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Quando eu era garoto ainda, vi uma revista em quadrinhos diferente na casa de um amigo. Era uma revista importada, a primeira que eu via em minha ainda curta vida. Foi algo mágico, afinal eu só estava acostumado com os formatinhos. Era do Thor e tinha um desenho totalmente diferente daquele ao qual estava acostumado a ver o Deus do Trovão ser desenhado. O ilustrador era Walt Simonson e sua fase ainda demoraria a ser publicada no Brasil. 

Pedi a revista emprestada e decidi que a traduziria usando um dicionário de inglês-português que consegui, não me lembro como. Levei pra casa, arrumei tudo na mesa para começar e, depois de umas duas horas, creio eu, desisti, pois não saía da primeira página. Parecia tão fácil na minha cabeça. 

Mas, o que ficou dessa experiência foi o fato de ter contato com a arte de Simonson em Thor bem antes de vê-la publicada aqui. Revistas importadas não eram algo comum onde eu morava. Ela era do irmão de um amigo meu que nem parecia gostar tanto assim de quadrinho. Provavelmente ganhou de alguém. Devolvi a revista derrotado, sem saber quem, em um futuro distante e com a ajuda de uma turminha do barulho, eu não apenas teria a tradução de revistas importadas, como as letreiraria. Só demoraria uns 30 anos. 

O desenho de Simonson não é um dos meus prediletos, mas é marcante, não tem como negar isso. Tanto que, só quando a fase foi publicada aqui, eu soube quem ele era e lembrei dos desenhos daquela revista lá atrás. 

Não sei se a edição que peguei está entre as publicadas aqui em Thor: O Último Viking. Não tenho essa memória bizarra que muitos nerds tem, que lembrariam até o que foi dito no terceiro quadrinho da página 11, no segundo balão. Mas, sei que aqui é onde a fase Walt Simonson começa, com roteiro e arte do artista. Surge Bill Raio Beta e outras grandes aventuras são vividas pelo Deus do Trovão.





domingo, 13 de novembro de 2016

Coleção Marvel Salvat: Eu, Wolverine

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: EU, WOLVERINE
Digitalização: Renato P./Ajustes: Eudes H./H.O.R.D.A. Comics

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Com a popularidade de Wolverine lá no alto já há muito tempo, nada mais natural que ele viesse a ter sua revista própria. Mas, não poderia começar de qualquer jeito, com quaisquer artistas. Chris Claremont, o escritor que, até então, mais lidava com o personagem foi escalado para escrever e o pop star dos quadrinhos Frank Miller, foi escalado para ilustrar essa aventura clássica do carcaju humano. 

Ação, romance e adrenalina nos levam ao Japão, onde ele encontra mariko, seu grande amor de sua vida, envolvida, contra a sua vontade, nos negócios de seu pai, Shinzen. Ao tentar ajudar Mariko, Wolverine acaba por ser alvo do poderoso chefão japonês. Além conhece Yuko, que se apaixona por Logan e está decidida e conquistar esse amor na porrada.