domingo, 30 de agosto de 2015

Bom de Briga

BOM DE BRIGA – PAUL POPE
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

Bom de Briga_20150720_0001
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Abaixo, a resenha do site Geek Cult, sobre esta HQ, escrita por um dos melhores escritores deste século:

“O que acontece quando um garoto de 12 anos é obrigado a se tornar o herói de toda uma cidade como rito de passagem? Bom, ele terá de enfrentar monstros terríveis e, além de tudo, tomar o lugar do maior herói que aquela cidade já conheceu, Haggard West.

Paul Pope é pouco conhecido aqui no Brasil. A publicação mais conhecida dele por aqui foi Batman 100 anos, onde ele roteiriza e ilustra uma realidade alternativa onde o Cavaleiro das Trevas ainda existe 100 anos no futuro. Nada de um pupilo de Bruce Wayne com armas tecnológicas. Ainda é a mesma Gotham City decadente e um homem morcego que se recusa a morrer. É bom, procurem nos sebos.

Pope é um artista autoral e Bom de Briga (Battling Boy) é mais um de seus trabalhos totalmente produzido por ele. A cidade de Arcópolis perde seu maior herói, Haggard West. Assolada por terríveis criaturas que habitam as sombras e raptam crianças, a cidade agora está sem seu maior defensor. A filha de Haggard, que era também sua ajudante, Aurora,  lamenta a perda do pai. Para piorar, além das sombrias criaturas que mataram Haggard, há também monstros gigantescos que aparecem na cidade com um único intento: destruí-la. Ninguém sabe de onde eles vêm.

Enquanto isso, muito acima de todos aqueles problemas, semideuses estão entretidos com seus próprios problemas, entre eles, o fato de que Bom de Briga (é o único nome que se usa para ele, esse e “garoto”) completou 12 anos e chegou ao momento da virada, da incursão, como seu pai assim chama. Bom de Briga precisa se tornar um herói. É o seu rito de passagem.

Ele é enviado à cidade de Arcópolis, onde, sozinho, deverá enfrentar todos os monstros que ali habitam. Para isso, levou alguns acessórios, o mais importante sendo 12 camisetas, cada uma contendo um animal como estampa, um totem, que ao serem vestidas, concede a Bom de Briga poderes especiais.

A chegada de Bom de Briga alvoroça a cidade, que volta a ter esperança. Já, Aurora, fica apenas desconfiada. Afinal, quem ousa querer tomar o lugar de seu glorioso pai? Bom de Briga, claro.

Bom de Briga foi publicado pela Companhia das Letras, e nas suas 200 páginas, traz uma aventura dinâmica, quase em ritmo de desenho animado. Pope cria um personagem com o qual nos familiarizamos e solidarizamos rapidamente. Afinal,  quem nunca se sentiu pequeno demais diante de uma tarefa difícil?

Talvez o único defeito de Bom de Briga seja justamente ser tão bom, que devoramos logo. O fim deixa claro que teremos mais, e precisa ter, só não sabemos quando.  Para saber se havia mais do personagem, pesquisei o autor e, pelo que entendi, Bom de Briga se desdobra em aventuras de Aurora West, com o que parecem ser spin-offs (edições derivadas). Já sobre a continuação propriamente dita deste volume  em questão, não parece que foi produzido ainda.  Ficamos na espera de mais ou vai ter briga.”

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Darkseid vs. Galactus

DARKSEID VS GALACTUS: O DEVORADOR
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics

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GALACTUS: Devorador de mundos. Destruidor de civilizações. A mais temível força do universo.

DARKSEID: A Incorporação do Mal. Lorde Sombrio do infernal mundo de Apokolips. O mais temido soberano da Galáxia.

Após vagar pelas estrelas por incontáveis milênios, a fome insaciável de Galactus finalmente o levou a Apokolips, lar do império de Darkseid. Para sobreviver, Galactus tem que drenar a energia de Apokolips, eliminando, como consequência, todos os seres vivos do planeta. Em seu caminho está Darkseid, que vai se valer de tudo para proteger seus domínios.

Mas nem Galactus nem Darkseid lutam sozinhos. Ao lado de Darkseid estão suas hordas de de cães de guerra e parademônios, bem como seu filho Órion, de Nova Gênese, o campeão da astroforça. Contra os defensores de Apokolips está o arauto de Galactus, o Surfista Prateado, detentor do poder cósmico, guiado por impulsos além da compreensão.
Quando uma força irresistível encontra um objeto inamovível, quem triunfa? 

domingo, 2 de agosto de 2015

Superman: Red Son

SUPERMAN: RED SON - MARK MILLAR & DAVE JOHNSON
(A.K.A. Superman: Entre a Foice e o Martelo) 

Uma Superprodução Zone Empire, H.O.R.D.A. e Gibiscuits

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Sim, pode acreditar, é ele mesmo que está de volta, Superman: Red Son, publicado aqui em 2004 como Superman: Entre a Foice e o Martelo, em scans 2.0. Na verdade, muito mais do que isso, já que considero scans 2.0 quando refaço a mesma edição que, no caso aqui, teria de ser a publicada aqui em três edições e que comprei, li e digitalizei há mais de 10 anos atrás. Aqui o nível é outro: os scans do grupo estrangeiro Zone Empire são de uma nova edição encadernada com introdução de Tom DeSanto e um "caderno" de esboços como extra.

Confesso que não tenho mais tempo, nem paciência para letreirar scans em inglês. Se tiver que traduzir então, nem cogito. Mas, algumas HQs são especiais demais para mim. São daquelas que não posso deixar de ter aqui e, por isso, tenho refeito tantas, pois não consigo aceitar que estejam disponíveis em scans feitos na Idade da Pedra do RA, também conhecida como Era de Ouro. Superman: Red Son é uma dessas.

Sempre quis refazê-la, mas ela não é republicada desde 2006. E, sim, poderia conseguir aquelas edições no Mercado Livre ou no Estante Virtual. Porém, o papel em que foi impressa é desanimador. Foi desanimador quando digitalizei a primeira vez e seria desanimador para uma segunda versão. Mesmo o encadernado que saiu em 2006, era com o mesmo papel, se não me engano. Daí que, de vez em quando, eu buscava pelos torrents da vida scans em inglês. Nunca encontrava nada que valesse a pena letreirar. Até que um dia...

Eu já procurava sem grandes esperanças e, foi então que me deparei com a edição acima, digitalizada pelo grupo Zone Empire. Uma nova edição com a qualidade dos scans de hoje em dia. Eu quase surtei. Mas, logo vi que tinha uma introdução e alguns extras. Além do fato, é claro, de serem 165 páginas de trabalho. Suspirei fundo e pensei: não vai rolar.

O problema todo era meu perfeccionismo. Para os balões era simples, era só transcrever tudo que estava nos scans antigos. Não precisaria de um tradutor. Mas, havia a introdução e os extras, que eu precisava que fossem traduzidos, e mais, que fossem diagramados, pois estava meio que fora da minha alçada photoshópica. O projeto parecia fadado a não acontecer. Mas, não joguei os scans fora.

Por uma dessas sortes, eu postei o scan Uma História de Violência, do Gibiscuits. O camarada que o fez (Skaetos) gostou de eu ter publicado e me adicionou ao Facebook. Falamos rapidamente sobre esse trabalho que fazemos, mas apenas isso. Mas, fiquei com uma pergunta na cabeça: e se eu o chamasse para ajudar com Superman: Red Son? Depois de semanas, eu criei coragem e pedi ajuda.

Por que coragem? Bom, primeiro que, desde os primórdios do RA, eu detesto pedir alguma coisa. É sério. Mas, sempre que era algo importante, eu acabava pedindo, senão não teríamos esse blog hoje em dia. Segundo, que o Gibiscuits trabalha com HQs bem mais diferenciadas. Mas, arrisquei assim mesmo. Ele aceitou! E, logo começamos os trabalhos de limpeza (apagar balões) do scan original. Quando notou que algumas coisas seriam difíceis até pra ele, entrou em cena Johnny Who, mais um gibiscuitiano. Estava completa a equipe.

E hoje (04 de Julho) terminei! Skaetos e Jonny Who fizeram a parte de diagramação que eu não conseguiria. Eu fiz a transcrição do texto dos balões das quase 150 páginas e, sim, estou vivo. No fim, sempre vale a pena. Tentei não deixar passar muitos erros de digitação, mas é impossível não tê-los. Esta é, provavelmente, a primeira parceria em algo tão extenso com outro grupo de scans. Agradeço muito ao Skaetos e ao Johnny Who. Sem os dois, eu realmente não teria concluído o projeto.

Ah, sim, e a HQ? Para quem não sabe ainda, é sobre um universo alternativo em que Superman cai na Ucrânia, e acaba sendo criado pelos russos. Cresce e se torna o braço direito de Stalin. Quase um filho. Nos EUA, um Lex Luthor casado com Lois Lane, só pensa em derrotar o Homem de Aço comunista e, para isso, irá até as últimas consequências.

PLOFT! (sou eu caindo) zzzzzzzzzzZZZZZZZZ

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