sexta-feira, 31 de julho de 2015

Graphic Novel #01: X-Men

GRAPHIC NOVEL #01 - X-MEN: O CONFLITO DE UMA RAÇA
Digitaliazão e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Quando as Graphic Novels começaram a ser lançadas eu era apenas um adolescente ainda. Estava acostumado com as HQs de super-heróis em formatinho e tinha visto pouca coisa diferente disso em minha curta vida de nerd. Quando a Editora Abril lançou aquelas revistas em um formato muito maior e com histórias mais contundentes, eu me senti como alguém bem mais velho do que eu era, mais maduro. Os quadrinhos agora eram coisa de "gente grande". E ainda tinha aquela nomenclatura chique: "graphic novel" que, mais tarde, descobri ter sido cunhada por Will Eisner.

Nos seus 29 números, a Editora Abril procurou colocar o que havia de melhor, não só em quadrinhos de super-heróis, mas de todos os tipos, indo até mesmo para os quadrinhos europeus, que foram cada vez mais publicados quando a série estava chegando perto de terminar. Algumas edições que se tornaram clássicos instantâneos, além dessa que está aqui sendo postada, foram A Morte do Capitâo Marvel, Batman: A Piada Mortal, O Edifício de Will Eisner, e outras tantas.

X-Men: O Conflito de uma Raça é algo incrível, uma HQ sempre atual, com seu tema de racismo e extremismo religioso. O Reverendo William Stryker lidera uma equipe de vigilantes que estão determinados a eliminar os mutantes, a quem consideram inferiores aos humanos. Stryker considera isso uma missão dada pelo próprio Deus. Seu alvo máximo são os X-Men, e a captura destes começa com o Professor Xavier, Cíclope e Tempestade. Agora o restante da equipe precisa salvá-los antes que o pior aconteça.

Neal Adams foi primeiramente cogitado para ilustrar os argumentos de Chris Claremont. Como não pôde, Brent Anderson (que mais tarde desenharia Astro City) foi o escolhido para substítuí-lo. A graphic novel tem uma mensagem poderosa, mesmo que pareça piegas, às vezes. Claremont não pega leve, principalmente quando abre a história com o assassinato de duas crianças mutantes que, talvez pra deixar claro que é um libelo contra o racismo, são negras.

Abaixo temos outras graphics das quais eu já havia feito versões 2.0, mas sem seguir uma cronologia, que agora pretendo manter, refazendo as que faltam. Temos aqui Demolidor: Amor e Guerra, A Morte do Capitão Marvel, Homem-Aranha: Marandi e Batman: A Piada Mortal.

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The Walking Dead - Vol, 06

THE WALKING DEAD: OS MORTOS-VIVOS - VOL. 06
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics


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Conheci The Walking Dead aqui mesmo, no RA. Alguém - não lembro quem - enviou o primeiro número traduzido para ser postado no blog. Logo de cara deu pra perceber que era uma HQ que se tornaria um clássico. Mais ainda, se tornaria uma série. Antes de ser publicada no Brasil, o acesso a ela só era possível através dos grupos de tradução que prosseguiram com o trabalho. Li alguns números, mas não segui em frente. Quando começaram a sair os encadernados, comecei a comprar.

Antes, porém, de iniciar a leitura da HQ propriamente dita, acompanhei a série por um bom tempo. Quando digo bom tempo, quero dizer duas temporadas. O pouco que li dos quadrinhos deu para perceber que a série não seguia fielmente a HQ. Isso não me incomodou no começo. Os roteiros eram bons, os personagens acrescentados também. Mas, com o passar do tempo, personagens se tornaram irritantes ao extremo e a série perdeu o ritmo, com muitos episódios irregulares. Abandonei e um tempo depois comecei a ler os quadrinhos que eu já havia comprado e acumulado. Uns seis encadernados. Como era de se esperar, muito superior a série em live action, por várias razões, entre elas, o fato de o quadrinho poder mostrar coisas que a série não pode.

Entre essas coisas, está o que acontece na primeira história deste volume: Rick, Glen e Michone estão para escapar de Woodbury e Michone resolve ficar mais um pouco. O motivo é claro, se vingar do Governador por tudo que sofreu no volume anterior. Acho que nem se a série de TV fosse produzida pela HBO, o que acontece ali, seria mostrado em todo seu esplendor.

No mais, os três voltam para a prisão, onde as coisas estão um pouco complicadas depois da saída deles. Mas, Rick está pronto para proteger os seus, custe o que custar.

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sábado, 25 de julho de 2015

Scans Que Eu Li: Deus Odeia Astronautas Vol. 01

DEUS ODEIA ASTRONAUTAS; VOL. 01 - RYAN BROWNE
Uma Superproduçâo
Gibiscuits


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De vez em quando postarei scans aqui que leio e gosto, ou que gosto e leio. Em geral serão edições fechadas ou minisséries. Ou, como no caso aqui, um encadernado. Ler séries em andamento, ou mesmo séries terminadas, que tenha muitos números, tomaria tempo demais, e postar sem lê-las tiraria o objetivo da seção, e a pessoa pode baixá-las no blog/site em que são produzidas.

Creio que postar uma ou outra serve também para que essas preciosidades não fiquem perdidas nos arquivos. A primeira dessa inciativa foi Uma História de Violência, que está postada lá para trás. Também do Gibiscuits, que tem se mostrado ótimo em termos de HQs fechadas, como Graphic Novels ou Edições Especiais, mas que é abarrotada de séries em andamento, também.

Deus Odeia os Astronautas pode ser descrita mas ou menos como algo que um dos moleques de South Park, já crescido, escreveria e o Lobo (o Czarniano) editaria. Sim, é a porra de uma loucura só. O grupo de "super-heróis" chamado As Cinco Pessoas Poderosas precisa enfentar o vilão John L. Sullivan, um pugilista mundialmente famoso, que agora é líder de um bando de ursos. Falar muito mais que isso tiraria o impacto do que o aguarda nestas páginas. Mas, envolve cabeças gigantes, homens sem testículos, corujas mafiosas, rinocerontes cientistas, garçonetes poderosas, policiais com braços de gorila, gatos advogados de jet pack, Reed Spacers, cabeças de vacas fantasmas e tigres comendo cheesburguers, entre tantas outras coisas.

Mas, por que Deus odeia astronautas? Quem se importa, com tanta coisa acontecendo? Tradução e adaptação por Skaetos, diagramação por Carfrangs.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Homem-Aranha Azul

HOMEM-ARANHA: AZUL - JEPH LOEB & TIM SALE
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Jeph Loeb e Tim Sale são uma espécie de dupla dinâmica dos quadrinhos. Quando estão juntos, tudo flui perfeitamente. É só ver Superman: Quatro Estações, Batman: O Longo Dia das Bruxas e muitas outras parcerias, incluindo mais duas cores nesta trilogia, Demolidor: Amarelo e Hulk: Cinza. Teríamos um Capitão América: Branco, mas ficou só na vontade.

Homem-Aranha: Azul foi publicada originalmente em seis edições (aqui no Brasil em três) e aborda o momento em que Peter Parker e Gwen Stacy se conheceram e se apaixonaram. Nas palavras de Jeph Loeb, "não é o Ano Um do Homem-Aranha, seria mais como o Ano Três".

Esta fase foi desenhada pelo famoso John Romita, Sr., e Tim Sale, claro, não tentou imitá-lo. É o mesmo Sale que conhecemos, desenhando uma fase clássica do cabeça de teia. Tanto ele, como Loeb recontaram esta bela história sem tentar atualizar, fazendo se passar em uma época mais p´roxima. Não, tudo acontece, naquele tempo mesmo, um tempo mais inocente, mas que logo, logo seria chacoalhado e a perderia. Mas, não é disso que trata Homem-Aranha: Azul.

John Romita, Sr. havia desenhado muitas histórias em quadrinhos, para a Marvel mesmo, na época das vacas magras, de amor. Quadrinhos que tinham como o público feminino como alvo. Talvez, por estar tão bem enrtrosado com o assunto, que essa fase tenha sido tão romântica para nosso querido azarado, que via sua maré mudar de vez. Afinal, não apenas Gwen Stacy aparecia em sua vida, como a própria arrasa-quarteirão, Mary Jane.
Mudanças significativas se davam nesta época: Peter tentava morar sozinho, sua identidade havia sido descoberta pelo Duende Verde, e sua vida amorosa começava a dar certo. E, claro, os vilões estavam lá para atrapalhá-la. Nesta edição ele enfrenta praticamente todos os de sua lista, que parecem ser orquestraqdos por uma força superior, nas sombras.

Apesar de todas as batalhas, foi a época mais azul na vida de nosso querido amigo da vizinhança.

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terça-feira, 21 de julho de 2015

Happy


HAPPY - GRANT MORRISON & DARICK ROBERTSON
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Nick Sax já foi um bem sucedido policial. Até que as atrocidades que via no dia a dia acabaram com seu casamento e com sua vida. Acabou se tornando um matador de aluguel que vive bêbado e com pena de si mesmo. Quando está em um trabalho para o qual foi contratado, algo sai errado e ele acaba matando alguém que sabia uma senha muito importante. Senha que é passada para ele e pela qual agora é perseguido pela mesma pessoa que o contratou.

Indo parar no hospital, Sax pensa estar tendo alucinações quando um cavalo alado, com um chifre na testa e azul, vem ao seu encontro pedindo ajuda. Certo de que é apenas efeito da bebida, das drogas ou das medicações, ele tenta ignorá-lo. Porém, isso parece ser uma tarefa impossível. Happy deixa claro que não é uma alucinação. Segundo ele mesmo, está uns níveis acima disso. Happy é o amigo imaginário de uma menina que foi raptada, juntamente com outras e agora precisa da ajuda de qualquer pessoa, mesmo que seja Nick Sax.

Apesar das súplicas de Happy Sax quer apenas seguir seu caminho, e deixar tudo para trás, inclusive a incômoda alucinação azul. Mas, Happy não pretende desistir tão fácil. Grant Morrison cria uma fábula violenta, que daria um belo filme de ação estrelado por Jason Statham ou Liam Neeson. E ainda seria original, com o personagem Happy, desenhado a moda antiga, e não em CGI, revoando ao redor do protagonista, enquanto este extermina seus inimigos.

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domingo, 19 de julho de 2015

Lost Girls Completo


LOST GIRLS - ALAN MOORE E MELINDA GEBBIE (COMPLETO)
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics


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E completamos a saga pornográfica (não, não é erótica apenas) de Alan Moore e Melinda Gebbie, que levou 16 anos para ficar pronta, e 2 anos para ser digitalizada. A incursão de Moore no gênero dos quadrinhos pornográficos não poderia ser algo simples, vindo do grande mago. Junto à sua esposa, Melinda, esmiuçaram três contos de fadas, e os recontaram como se fossem o que ás vezes parecem ser, histórias pervertidas. Afinal, quer País das Maravilhas melhor do que o sexo? Ou uma garota andando por aí com três homens problemáticos denotaria o quê? E Peter Pan, que alude ao deus pã, que sempre estava junto às ninfas, não foi ele atrás de outra em Wendy?

Mas, a desconstrução de Moore vai bem além disso. Alice, Wendy e Dorothy, já adultas, se encontram em um hotel em algum lugar remoto da Europa, pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Cada uma vivendo seu momento, bem distante dos tempos em que aconteceram as coisas que as moldaram. Alice, uma senhora lésbica, logo se entrosa com as outras duas, bissexuais, Dorothy assumida, Wendy retraída, vivendo um casamento de aparências. Não demora muito para que, como em todo bom conto pornográfico, elas logo estejam se conhecendo melhor.

Mas, muito mais do que estarem fazendo sexo juntas, elas começam a se conhecerem ou a se redescobrirem quando contam suas histórias umas para as outras. Histórias essas repletas de experiências sexuais em lugares estranhos e com pessoas inusitadas. Alice viveu um sonho e pesadelo lésbico, onde foi introduzida à alta sociedade e viveu intensamente cada momento. Dorothy relata seus dias de descoberta sexual, na fazenda, onde encontrou-se com os mais estranhos homens, com suas inseguranças ou vaidade extrema. Já Wendy teve suas experiências com um estranho garoto de rua e sua amiga com jeito de fada, que eram peseguidos por um homem com a mão deformada em forma de gancho.

Os três volumes esmiuçam cada aspecto da vivência de cada uma delas. Além disso, elas ainda estão neste hotel, com atmosfera sexual impregnada em cada canto, e que tem em cada quarto um livro com histórias ainda mais chocantes que às suas próprias. Em meio a toda essa voluptuosidade, a guerra se aproxima.

Para terminar, um trecho retirado do volume 3:

"Pornografia são os parques encantados onde as mais secretas e vulneráveis de todas as nossas muitas personalidades podem brincar em segurança. Elas são os palácios que todas as políticas e exércitos nunca podem espoliar, nem reduzir a escombros. Elas são os nossos jardins secretos, onde trilhas sedutoras de palavras e fantasia nos conduzem ao portal ofuscante e úmido do nosso prazer, além do qual coisas só podem ser expressas em uma linguagem que está além da literatura... ... além de todas sas palavras."

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Aventura e Ficção #06


AVENTURA E FICÇÃO #06 de 21
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Nesta edição de Aventura e Ficção temos os convidados especiais Thor Viúva Negra. Thor enfrenta o Mar do Destino, em aventura escrita por Alan Zelenetz e deenhada pelo inigualável John Bolton. Já a Viúva Negra interage com personagens com cara de estrelas de Hollywood em Balé Russo, escrita por Ralph Macchio (que não é o Karate Kid) e desenhada por ninguém menos que Paul Gulacy. Além disso, ainda temos dois contos: o violento Um Jogo de Gato e Rato, de John Arcude e Vincent Waller e O Profeta de Mark Gruenwald e Val Mayerik.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

American Flagg #01 a #06


AMERICAN FLAGG #01 a #06
Digit. e Rest. by HORDA Comics, uma Sub. RA


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Juntamente com o Graphic Album #03: American Flagg, que é o começo das aventuras de Reuben Flagg, estas seis edições são tudo que temos lançado aqui no país, até hoje. Flagg continua sua batalha contra tudo que tenta destruir o que restou dos EUA.

Após um colapso em 1996, os EUA deixou de ser uma superpotência. Para tentar se manter coeso, criou os Plex Mall, shopping Center que se tornaram o centro da sua economia, gerando não apenas empregos, mas, até mesmo a segurança do país fragmentado. Nestes shoppings existem seguranças, conhecidos como Plexus Rangers, e Reuben Flagg se tornou um deles, depois de ser demitido de sua carreira de ator pornô.

Entre as muitas ameaças, Reuben tem de lidar com gans que atacam o shopping enm horários pré-determinados. Logo ele descobre que os ataques se devem a mensagens subliminares no programa de TV favorito de todos, Bob Violence. Junto com Mandy, filha de seu chefe, ele precisa descobrir de onde essas mensagens estão vindo, e uma de suas suspeitas é,de que seja de Brasília, no Brasil. Raul, um gato falante, se torna o seu braço direito.

Nestas seis edições temos dois arcos, Rumo ao Sul e A Nevasca de 32. No último número temos uma surpresa que nos deixa curiosos sobre o que aconteceria a seguir. Porém, a série foi descontinuada pela Editora Abril. As últimas notícias eram de que a Mythos lançaria material do personagem, que agora pertence à Dynamite. Mas, até o momento, nada.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

The Walking Dead #05

THE WALKING DEAD: OS MORTOS VIVOS - VOLUME 05 
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Sinopse: Rick, Glenn e Michone same da prisão em busca de um helicóptero que caiu nas cercanias. Deixam a segurança de seu lar, para se aventurar em busca de, quem sabe, respostas. Quando chegam onde o veículo caiu, percebem que, quem quer que estivesse nele, fora levado, e não parece que foi pelos zumbis. Seguindo as pistas vão parar na cidade de Woodbury... e vão se arrepender amargamente disso.

A cidade é dominada por um homem que se denomina o Governador. Quando percebem que entraram em uma furada, é tarde demais. São capturados e o governador começa a fazer planos para os três, sendo que para Michoinne, o pesadelo é bem pior.

Enquanto isso, na prisão Tyreese e os remanescentes continuam a esperar por Rick e os outros, sem saber de nada o que acontece por lá. Carol, ainda abalada pelos últimos acontecimentos parece estar psicologicamente confusa. Fora isso, só resta esperar os amigos voltarem, se voltarem.

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domingo, 12 de julho de 2015

Aventura e Ficção #05

AVENTURA E FICÇÃO #05 de 21
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Um cavaleiro chamado Beliar é encontrado ferido nos arredores de Camelot. Levado para o castelo, o Rei Arthur procura saber mais sobre o jovem e como ele acabou parando ali e, além de tudo, tão ferido. Após contar sua hitsória, Beliar acaba por cair nas graças não só de Arthur, mas de toda Camelot, com exceção de Merlin, que tem desconfianças quanto ao homem que parece ter surgido do nada. Entre festejos e combates, Beliar se torna cada vez mais confiante. Mas, tudo pode não ser como todos pensam. 

Um conto de Camelot, escrito por Doug Moench, ilustrado por John Buscema e arte-finalizado por Tom Palmer.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

O Paraíso de Zahra

O PARAÍSO DE ZAHRA
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TEXTO DA INTRODUÇÃO:

"Então, um escritor persa, um desenhista árave e um editor judeu entram em uma sala...

Isso parece o começo de uma piada ruim. Mas, na verdade, é o começo de uma aventura editorial inusitada. A primeira deste tipo. Aqui está, para o prazer de sua leitura, uma série de HQ lançada on-line em inglês, persa, árabe, francês, italiano, espanhol, holandês e português, além de outras línguas que as estas se juntaram mais à frente. A Firts Second Book orgulhosamente apresenta O Paraíso de Zahra, de autoria de Amil e Khalil, lançada em conjunto com a Casterman na França e Holanda, Rizzoli Lizard na Itália e Norma Editorial na Espanha.

Situada no período subsequente às eleições fraudulentas no Irã, em 2009, O Paraíso de Zahra é a história ficcional da busca por Mehdi, um jovem que protestava e desapareceu nos gulags da República Islâmica. Ele sumiu em uma zona de penumbra extrajudicial, onde os habeas corpus são suspensos. O que impede que sua memória seja esquecida não é a lei. É a coragem e determinação de uma mãe que se recusa a entregar seu filho ao próprio destino, e também à tenacidade de um irmão, um blogueiro, que combina cultura e tecnologia para explorar e explodir o vazio, o vácuo onde Mehdi desapareceu.

O Paraíso de Zahra tece uma composição de pessoas reais e eventos. Enquanto o mundo testemunha o que não pode mais ser escondido, através de vídeos no Youtube, Twitter e Blogues, esta história também tinha de existir e ser contada.

Amir, o autor, é um iraniano-americano defensor dos direitos humanos, jornalista e diretor de documentários que já morou nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Afeganistão. Seus ensaios e artigos têm aparecido, e bastante, na grande imprensa.

O trabalho artístico de Khalil tem sido muito elogiado. Ele esculpe, cria cerâmicas e desenha desde bem jovem. O Paraíso de Zahra é sua primeira graphic novel.

Amir e Khalil sonham há muito tempo com projetos conjuntos, mas O Paraíso de Zahra mostra todo o potencial deles, como se estivessem se prepaando a vida toda para isso e, com ela, respondem ao chamado de sua era. Os autores preferiram se manter anônimos por razões óbvias."

sábado, 4 de julho de 2015

Akira #05 e #06

AKIRA 2.0 #05 e 06 de 38
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Kaneda descobre que Tetsuo está liderando a Gangue dos Palhaços. Também fica sabendo que ele anda matando pessoas apenas com o pensamento. Tudo isso faz com que Kaneda e sua gangue decidam que precisam enfrentar tanto Tetsuo, quanto sua nova gangue. Porém, atrás de todos eles está o todo-poderoso General, que anseia por capturar Tetsuo e levá-lo para as instalações apropriadas para continuar estudando-o.

Mas, antes que o General cionsiga seus intentos, a guerra entre as gangues explode. Amigo enfrentando amigo, em uma batalha acirrada. Enquanto isso, Kay tenta não ficar fora de tudo que está acontecendo. E assim, temos mais duas edições da obra prima de Katsuhiro Otomo.

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