sábado, 31 de agosto de 2013

Fábulas - Volume 02


FÁBULAS - VOLUME 02
Scans by Onomatopéia/Rapadura

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Sinopse: Depois dos acontecimentos que abalaram (ainda mais) a relação entre Branca de Neve e Rosa Vermelha, Branca resolve que as duas precisam de um tempo a sós para tentarem reatar uma amizade há muito perdida. Para isso embarcam numa viagem até a fazenda das fábulas, protegida dos olhos humanos e onde habitam as fábulas animais, já que seria estranho um bando de animais falantes andando pelo mundo que conhecemos.

Porém, mesmo antes de chegar, Branca já nota sinais de que algo estranho está acontecendo na fazenda, e nem mesmo George Orwell poderia imaginar os animais de contos de fadas em sua Revolução dos Bichos. Liderados por ninguém menos que Cachinhos Dourados, os animais do reino da fantasia estão se armando para retomar o mundo de fantasia de onde foram expulsos. Ou, ao menos é isso que contam para Branca de Neve.

A situação entre ela e Rosa Vermelha está prestes a ficar pior do quando chegaram e, para tentar impedir uma catástrofe, a nossa princesa obtusa terá que contar apenas com as fábulas que ainda não foram corrompidas pelos planos da guerrilheira dos cachinhos de ouro
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

100 Balas - Volume 01


100 BALAS - VOLUME 01 DE 15 Scans by Onomatopéia/Rapadura Açucarada
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Sinopse/Matéria: Eu conheci 100 Balas em uma época difícil para os quadrinhos Vertigo. Espalhados por editora de pequeno e médio porte, as HQs não eram encontradas em bancas, apenas em livrarias e lojas especializadas, as comic shops. E, sim, em lojas on line. Pois, foi em uma comic shop que descobri esta HQ incrível. Além de complicado para encontrar, 100 balas estava em uma editora que vendia seu material a peso de ouro. Uma revista de meras 28 páginas seria hoje o equivalente a R$ 10,00 ou mais.

Tudo isso fez com que eu lesse pouquíssimos números desta obra. Quando a Pixel adquiriu os direitos de publicação do selo Vertigo, ainda assim não me senti confiante para retomar a leitura. A publicação pela nova editora ainda me parecia caótica. E, não demorou muito para que o que eu temia acontecesse: o cancelamento das publicações.

Quando a Panini amealhou a Vertigo para seus domínios, onde lá já estavam os personagens da DC (dona do selo Vertigo) eu ganhei mais confiança e comecei a comprar os encadernados que começaram a ser publicados das edições de 100 Balas. E e este mês a HQ chegou ao seu final, completando os 100 tiros prometidos, em 15 volumes publicados religiosamente.

A HQ que arremessou os dois artistas - Azzarello e Risso - ao estrelado dos comics, trata sobre um estranho agente Graves que aborda pessoas que tiveram algum tipo de percalço na vida e oferece-lhes a chance de revidar. Entrega-lhes uma mala com 100 balas, um revólver e a informação de quem ferrou com a vida deles. Se a pessoa resolver dar o troco, nunca será acusada, pois a arma e as balas não são rastreáveis.

Neste volume conhecemos três dessas pessoas: uma ex-presidiária latina que teve marido e filho pequeno assassinados, um barman que teve sua vida devassada por uma falsa acusação de pedofilia e um jogador compulsivo que passou 12 anos na cadeia e vive endividado por conta do seu vício. O que a chance de revidar saindo incólume fará com a mente dessas pessoas? O que mais está em jogo? Quem é o agente Graves e qual seu lucro em tudo isso. Uma coisa é certa, ninguém faz nada de graça, para tudo há um preço. Não gaste toda sua munição.

sábado, 17 de agosto de 2013

Y: O Último Homem - Vol. 06


Y: O ÚLTIMO HOMEM - VOLUME 06
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Sinopse: Depois de perder Ampersand para uma ninja misteriosa, Yorick e suas amigas partem em um navio rumo ao Japão. Porém, dentro desta embarcação, viverão alguns contratempos, incluindo Yorick tendo um sonho erótico acordado. Para piorar as coisas, o navio e sua tripulação podem ser bandidos e agora eles estão em meio a uma disputa que pode lhes custar a vida. Enquanto isso, na Autrália, a noiva de Yorick continua refém de aborígenes que tentam fazê-la enxergar que seu amado está vivo, e perceber que dela depende, quem sabe, o futuro da humanidade... ou não.


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

O Guia de Sobrevivência a Zumbis: Ataques Registrados


O GUIA DE SOBREVIVÊNCIA A ZUMBIS: ATAQUES REGISTRADOS
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital

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Sinopse/Artigo: A mais antiga lembrança que tenho sobre zumbis é do filme Zombie: O Despertar dos Mortos (Dawn of The Dead), de George A. Romero, o pai dos mesmos. Assisti ao filme em um cinema que deixava entrar mesmo que a idade não permitisse e assim eu pude presenciar cenas de terror que me acompanhariam por toda a vida. Mais tarde fui ao cinema ver o divertido A Volta dos Mortos-Vivos, de Dan O'Bannon. Os zumbis comeram meu cérebro, também.

Os mortos-vivos sairam das telas do cinema, mas não, não vieram - ainda - para o mundo real. Foram para os quadrinhos, livros, TV e até para o teatro, se considerarmos que os demônios de Evil Dead transformam as pessoas em mortas-vivas. A Marvel transformou todos seus heróis e vilões em zumbis, os ingleses fizeram sua versão para o cinema dos comedores de gente, em Shawn of The Dead, aqui com o rídiculo título de Todo Mundo Quase Morto.

Com a crescente ascenção dos zumbis, uma HQ chamada The Walking Dead trasformou-se em seriado de TV, e e tornou-os uma mania mundial. Seguindo essa onda, Max Brooks escreveu dois livros sobre o assunto: Guerra Mundial Z (que está para estrear como filme) e Guia de Sobrevivência aos Zumbis. A HQ acima traz os "ataques registrados" que levaram ao acontecimento dos livros. São histórias curtas que se passam em vários lugares e épocas da História humana. Para saber mais, saboreie a leitura.


domingo, 11 de agosto de 2013

Revista Animal #04


REVISTA ANIMAL #04 - SCANS 2.0
Scans by Rapadura/Onomatopéia

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A verdade é que só descobri Animal de verdade quando ela foi escaneada a primeira vez. Quando ela surgiu eu era tão alheio ao mundo underground quanto qualquer garoto que só lia super-heróis, na época. Quando vários colaboradores do RA enviaram números escaneados para que eu os restaurasse, acabei conhecendo mais desta publicação que durou exatos 22 números. Apesar de suas matérias estarem defasadas e até mesmo de eu nem gostar muito da parte jornalística, eu sabia que era necessário que ela fosse digitalizada, preservada. Todas elas.

Algum visitante do blog chegou a me dizer, nesta nova digitalização, "não, não faça, é perda de tempo. A revista não presta". É uma questão de gosto pessoal, dizer isso. O que não é bom pra um, o é para outros. E, mesmo que eu detestasse a revista, ainda a faria, com certeza. Não é apenas scan, é a História. Então, faço sim, com todo prazer. Só não com mais rapidez, porque existem outras HQs a serem digitalizadas. No mais, temos o direito de não gostar de Animal, mas é preciso respeitá-la.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Classics Illustrated #04: Grandes Esperanças


CLASSICS ILLUSTRATED #04 - GRANDES ESPERANÇAS
Scans by Rapadura/Onomatopéia

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Sinopse: Charles Dickens escreveu Grandes Esperanças da mesma maneira que produziu a maioria de seus trabalhos: em capítulos, para uma revista semanal. Adiantado apenas um capítulo em relação aos prazos dados pelo editor, o romancista pôde ver a obra quase que totalmente impressa logo que terminou de escrevê-la.

O livro é um dos mais profundos e fiéis retratos da dura realidade da Inglaterra vitoriana, do ponto de vista dos pobres. Numa época em que os trabalhadores sobreviviam à beira da miséria e sob constante ameaça de prisão por dívidas pendentes, as diferenças entre classe média os pobres perfaziam um verdadeiro abismo.

O destino do poderoso Império Britânico era determinado por meia dúzia de milionários insensíveis. Dickens, sem discursar abertamente, usou sua escrita para reinvidicar mudanças sociais.

O mundo de Grandes Esperanças é povoado por personagens genialmente caricaturizados, retratados sob uma luz nova e questionadora. Atavés de Pip, o protagonista, o autor apresenta a ambivalência do tradicional combate entre o bem e o mal.: Pip não é apenas um jovem de bom caráter que sevê jogado na adversidade para depois acabar bem. É uma complicada mistura de bem e mal.

A bondade eventualmente triunfa, à medida que Pip desvincula riqueza material da espiritual: ele toma consciência de seu poder para moldar seu próprio destino e se dá conta de que a virtude não está na aparência das coisas, mas no mérito interior.

Num nível mais simples, Grandes Esperanças é um emocionante perfil da adolescência, capturando tanto os deslumbramentos como as frustrações de um garoto que se torna homem e descobre as múltiplas oportunidades que a vida apresenta. A cena final desta adaptação se baseia na combinação de dois textos: o original (uma passagem sombria, mas compatível com as lições de moral do livro) e um segundo, menos melancólico, que Dickens escreveu a fim de se tornar mais palatável a seus leitores. (Fonte: a própria edição).