quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O Perfuraneve

O PERFURANEVE
Digitalização e Ajustes Outsider Z/HORDA Scans

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O Expresso Perfuraneve, o último bastião da Humanidade. O mundo entrou em uma nova Era Glacial, claro, graças a um evento cataclísmico provocado por eles mesmos. Algumas milhares de pessoas conseguiram embarcar no Perfuraneve, um trem de luxo que se tornou a última esperança da Terra. No entanto, com o passar do tempo, a vida no trem volta a apresentar os mesmos problemas de antes: sofrimento para um classe mais pobre, riqueza para uns poucos em vagões que ainda são de luxo, e autoridades arbitrárias. Neste microcosmo surge Proloff. 

Proloff vem lá do fundo dos últimos vagões, onde as pessoas vivem apinhadas e em constante sofrimento. Ele quer chegar até a locomotiva, mas acaba sendo preso no caminho. Proloff não é um revolucionário, ele tem apenas um objetivo e nada mais. Mas, Adeline, uma militante pela causa dos que vivem nos últimos vagões, devide que vai apoiar Proloff, mesmo que ele não queira isso. 

Os dois acabam presos e tendo que fazer uma longa viagem pelos vagões para chegar ao Comandante, que decidirá o que fazer com os dois. Enquanto isso, a apreensão de ter alguém dos últimos vagões entre eles, vai tomando conta das pessoas e gerando cada vez mais a paranóia. Proloff, no entanto, está cada vez mais perto de seu objetivo.

O Perfuraneve teve ainda mais dois álbuns, depois que seu roteirista faleceu. Anos depois, um novo roteirista continuou a história, agora anos e anos a frente da época de Proloff, em um outro Perfuraneve, ainda mais potente e maior. Nele, o medo de que possam acabar batendo de frente com o Perfuraneve anterior é constante. 

Para que isso não aconteça, os exploradores são enviados para que possam dar o aviso, caso o avistem. Um desses exploradores, Puig, acaba por se tornar uma pedra no sapato dos poderosos dentro do Perfuraneve. Além disso, um sinal chega ao trem, uma mensagem, uma música, que indica que pode haver outros sobrviventes no mundo lá fora. Só precisam saber se vale a pena mudar o trajeto para ir até essa última esperança. 

Coleção Marvel Salvat: Guerras Secretas

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: GUERRAS SECRETAS 
Digitalização: Renato P./Ajustes: Outsider Z/HORDA Scans

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"Se quer saber como escrever uma boa história leia Guerras Secretas", este era o conselho do humilde editor-chefe da Casa das Ideias, Jim Shooter, quando algum roteirista procurava seu auxílio. O idealizador da obre escreveu uma história da aquel ele mesmo foi o editor, quase uma obra autoral. 

Mas, a verdade pura e simples, e que todo leitor de quadrinhos já sabe, é que Guerras Secretas foi uma HQ feita para vender bonequinhos baseados na mesma. Apesar disso tudo,foi o primeiro grande encontro massivo de personagens da Marvel. Em 12 edições, os mais populares heróis e vilões se enfretaram no Mundo Bélico criado pelo misterioso Beyonder. 

Diferente de Crise nas Infinitas Terras, não tinha a intenção de causar grande mudanças na cronologia da editora. Ainda assim, depois de terminada a saga, algumas mudanças aconteceram, sendo a mais icônica delas o uniforme negro do Homem-Aranha, uma das poucas mudanças na aparência de um uniforme que os fãs quase em geral, gostaram, incluindo eu.

A arte ficou a cargo de Mike Zeck e Bob Layton, que ilustraram uma trama bem simples, mas bem emcionante, principalmente quando você é apenas um garoto e nunca viu tantos super-heróis juntos. Ao vencedor, Beyonder prometia realizar todos os seus desejos.

Mas, aparentemente, da mesma forma que Crise iniciou a era das sagas infinitas na DC, Guerras Secretas fez o mesmo na Marvel, sendo que a última tem até o mesmo título, apesar de ser bem mais longa e complexa. Mas, o fim dessas supersagas ainda é o meu maior desejo, pena que Beyonder não possa realizá-lo.



quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Contos de Natal

CONTOS DE NATAL POR CARL BARKS
Digitalização e Ajustes by OutsiderZ

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Se havia algo que gostava no Natal eram as edições especiais sobre o tema publicados pela Editora Abril. Já faziam parte daquela tradição, como o peru e as passas que colocavam em tudo e eu odiava... e ainda odeio. 

Mais tradicional ainda eram as histórias escritas e ilustradas por Carl Barks, o Homem dos Patos, que erigiu toda uma cidade de patos em tono do Pato Donald, Margarida e seus sobrinhos. Ele criou, entre tantos outros personagens, o já lendário Tio Patinhas, que "nasceu" em uma de duas histórias natalinas, assim como o primo sortudo Gastão. Estas duas histórias fazem parte desta coletânea que nos traz todas as histórias natalinas do autor. 

O mais interessante é que o próprio Carl Barks não era muito ligado sentimentalmente a esta data, considerando-a consumista demais. No entanto, fazia histórias divertidas sobre o Natal como ninguém mais. 

Papai Noel aparece pouco nesses contos, sendo os patos os verdadeiros representantes do espírito natalino. Donald e seus sobrinhos sempre envolvidos em alguma aventura ligada a presentes ou até mesmo às comidas que marcam esta época. Tio Patinhas sempre por perto, para atormentar seu amado sobrinho e se redimir, como o velho de bom coração que no fundo é, assim como o personagem de Um Conto de Natal, que o inspirou, o velho Scrooge. 

No mais, só posso desejar Feliz Natal a todos, seja lá como tenham esta data que, para mim, representa muito mais a necessidade do ser humano de desejar coisas boas uns aos outros, quem sabe estendendo isso para a vida como um todo. É uma data que nos lembra que somos inerentemente bons, por mais que o mundo diga o contrário. Paz e uma noite feliz a todos.



sábado, 7 de janeiro de 2017

Conan, o Libertador

CONAN, O LIBERTADOR - EDIÇÃO HISTÓRICA
Digitalização: Outsiderz/Capa e Ajustes: Alan Bishop
Uma produção HORDA e ÐØØM™ SCANS

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Como todo bom leitor de quadrinhos de heróis, eu já havia lido Conan vem antes da estréia de A Espada Selvagem do Mesmo. Lá, nas páginas de Heróis da TV ou Superaventuras Marvel conheci o bárbaro cimeriano e, como todo bom leitor de quadrinhos, assisti ao filme estrelado por Arnold Schwarzenegger... os dois e mais Guerreiros de Fogo, onde ele é praticamente um Conan genérico. 

Quando A Espada Selvagem chegou às bancas em junho de 1984, eu estava lá, para adquirir o primeiro número, já sabendo que algo grande estava começando. Foram 205 números dos quais adquiri pelo menos, a metade. 

Para um garoto, que como eu, não estava nem aí para os Beatles e muito menos para os Rolling Stones, aquilo era a porta de entrada para um outro mundo, Histórias de espada e magia, violentas e com mulheres seminuas, tudo em preto e branco, era algo com o que eu não estava tão acostumado. Mas, eu curti cada momento. 

O mais interessante era que estava lá, na minha coleção, lado a lado com Tio Patinhas e Turma da Mõnica. Eu não mudei meus gostos, apenas incluí algo que não poderia deixar de lado. 

Conan foi criado pelo escritor Robert E. Howard em 1932. Em 1970 o então editor da Marvel Roy Thomas viu o potencial do personagem e o transportou para os quadrinhos, juntamente com o ilustrador Barry Windosr Smith. Com o tempo as baixas vendas geraram tensão entre Stan Lee e Roy Thomas e a empreitada quase foi cancelada. Se não fosse a insistência de Thomas, talvez o personagem tivesse caído no esquecimento. 

Com a produção do filme dirigido por John Millius, o personagem ganhou ainda mais força, principalmente por ter sido uma adaptação bem fiel e por Arnold praticamente ser a encarnação de Conan. 

Em 2003, Conan se mudou de editora e foi para a Dark Horse, continuado sua carreira de sucesso. No Brasil, publicado pela Editora Abril, passou para a Editora Mythos, que foi quem publicou este volume gigantesco em todos os sentidos, para fazer jus ao personagem. São 500 páginas de histórias antes publicadas em A Espada Selvagem. 

Roy Thomas, John Buscema, Tony de Zuñiga, Klaus Janson, Ernie Colon, Gil Kane e outros são os artistas envolvidos nesta edição que traz de volta um pouco do saudosismo que a clássica revista em preto e branco do cimério nos deixou. Por Crom!


 



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A História do Universo DC

A HISTÓRIA DO UNIVERSO DC - 1986
Digitalização: Eudes Honorato/Ajustes, Capa e 
Edição de Páginas Duplas: Alan Bishop
Uma Produção HORDA e ÐØØM™ SCANS

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Quando decidi que postaria Crise nas Infinitas Terras Edição Definitiva, eu já tinha em mãos essa edição de A História do Universo DC que seria obrigatória acompanhar, como se fosse um material extra, além das 100 páginas que acompanham a edição.

Em pouco mais de 100 páginas Marv Wolfman e George Perez colocam ordem na casa depois do arrasa-quarteirão que foi a Crise. Toda a história do Universo DC é reestruturada para que siga os passos da saga que mudou tudo. 

Mesmo sendo um material já defasado popr contas das inúmeras sagas que se seguiram e desfiguraram tudoque foi feito por Wolfman e Perez, vale até mesmo pela arte detalhada do mesmo. 

Mesmo para aqueles que começaram no universo DC a pouco tempo, poderão ver as raízes do que veio a ser a Era Moderna. Muita coisa não continuoi por muito tempo, como por exemplo, a realocação de Jonah Hex para um futuro pós-apocalíptico, que parecia mais uma espécie de febre de Mad Max. 

A edição naciona feita pela Panini, diferente da edição dupla americana, traz mais material, para que se adequasse á época em que foi lançada aqui,  que foi junto com Crise Infinita. Daí temos uma série de histórias curtas onde Donna Troy apresenta tudo que aconteceu depois de Crise nas Infinitas Terras até aquele momento. 

Mais uma vez o trabalho de edição das páginas duplas, algumas delas quase impossíveis, foi feito pelo Alan, com um cuidado excepcional e acuidade que eu não seria capaz. Com destaque para  o exemplo abaixo, em que, claro, foi usado um truque, mas que não deixa a coisa mais fácil por causa disso. 

Ele pegou o meio que faltava na digitalização que fiz - por conta da cola ter feito com que se rasgasse a arte - de uma digitalização america, inseriu ali e retocou cuidadosamente. Aplausos!





terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Yu Yu Hakusho - Vol. 03

YU YU HAKUSHO - VOL. 03
Digitalização e Recuperação by Renato P./HORDA Scans

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E voltamos com as loucas aventuras de Yusuke Urameshi no mundo dos espíritos. Desta vez ele continua tendo que ajudar Keiko que foi raptada por uma gangue rival. No entanto, de volta a seu corpo por um dia, ele nao pode aparecer para Keiko, segundo as regras que Botan lhe passou. Assim, precisa dar um jeito de salvá-la sem que ela descubra que ele ressuscitou por um dia. 

Logo depois, Shiouta, o menino que perdeu seu cãozinho está novamente metido em problemas quando uma menina fantasma o chama durante o sono, para brincar, poiis foi uma menina muito solitária em vida. Mas, essa atitude dela põe em perigo a ambos. Urameshi precisará intervir para salvá-los.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Crise nas Infinitas Terras

CRISE NAS INFINITAS TERRAS - EDIÇÃO DEFINITIVA
Digitalização: Eudes H. - Ajustes e Junção das Páginas: Alan Bishop
Uma co-produção HORDA SCANS e ÐØØM™ SCANS

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Eu tinha uns 16 anos quando a Crise começou. A mãe de todas as sagas foi publicada aqui, pela primeira vez, nas revistas em formatinho dos super-herói DC publicadas pela Editora Abril, durante o ano do Senhor de 1987, dois anos após ter sido publicada nos EUA. As revistas eram Super-Homem, Novos Titãs e Superamigos.

Aliás, era uma época e tanto: além dos incríveis Novos Titãs de Wolfman e Pérez, tivemos também a soberba Camelot 3000, de Mike W. Barr e Brian Bolland e, juntamente com Crise, líamos O Monstro do Pântanpo repaginado por Alan Moore. Mas, Crise, nossa, Crise mudaria tudo, falando no sentido mais literal. 

Para um jovem de 16 anos, acostumado a ler aqueles quadrinhos pacatos da Era de Prata, em que os super-heróis "morriam" e estavam de volta á vida antes do fim da história, pois na verdade não tinha realmente morrido, Crise era quase traumático. E, para piorar, meu super-herói preferido da editora - depois do Super-Homem - era o Flash de Barry Allen. É, vocês sabem do que estou falando. 

Havia algo de pungente na minissérie. Cada novo capítulo era como ser jogado no olho do furacão... e pelado. Nós realmente sentíamos as perdas, nos preocupávamos com cada um dos super-heróis, como se estivesse mesmo desaparecendo para sempre. E, até aquele momento, estavam.  A barreira de anti-matéria parecia ter um signifcado mais subjetivo na vida dos leitores: seria ela a vida adulta, destroçando tudo que você viveu em sua infância? Para alguém que estava saindo da adolescência e começando a dar os primeiros passos para a vida adulta, poderia ter esse significado. Mas, claro, eu não pensava em nada disso. Eu só queria que as próximas revistas chegassem logo às bancas.  



Lembro perfeitamente, como se fosse agora, do momento em que comprei esta Superamigos acima, que tem a Mulher-Maravilha em destaque na capa. Eu estava indo com minha mãe, minhas duas irmãs e meu irmão à casa de algum parente em uma parte distante do Rio de Janeiro. No caminho me deparei com uma banca e lá estava a revista. Não pensei duas vezes e comprei. 

Quem disse que eu esperei até chegar em casa para ler? Eu entrei no novo capítulo de Crise e simplesmente fui lendo enquanto andava até onde a gente estava indo. Quem olhasse para minha cara, enquanto eu lia, provavelmente pensaria que eu estava mirando cadáveres em decomposição, tal era a cara de espanto que eu fazia. 

Depois que a saga terminou, todos sabem que acontece, mas eu vou dizer assim mesmo: a DC reformulou seu universo e seus personagens, como nunca havia feito antes. Super-Homem, Mulher Maravilha, Batman e vários outros, tiveram suas origens recontadas e passaram a viver como se tudo antes de Crise nunca tivesse acontecido. 

Isso levantou alguns problemas, como por exemplo: quem se lembrava de Crise? Alguém lembrava de Barry Allen? Ele nunca havia existido? Entre outras perguntas.

 

Com o tempo, tais questões acabariam por dar pano pra manga para outras tantas sagas, algumas delas diretamente citando Crise nas Infinitas Terras, no entanto, nenhuma delas se igualando. 

As reedições de Crise ainda eram mais esperadadas do que outras sagas. A Editora Abril lanço uma série de três encadernados, mas ainda no famigerado formatinho. Demoraria alguns longos anos para que víssemos Crise em formato americano, nas mãos da Editora Panini em duas edições, já com a capa desenhada por Gorge Pérez e Alex Ross. Mais um bocado de anos depois, chegou a Edição Definitiva, que é esta postada aqui. 

E, mesmo depois de tanto tempo, - quase 30 anos depois - quando releio a saga, parece que sou aquele adolescente de novo, que estava no meio da rua, com mãe e irmãos andndo a sua frente, enquanto eu estava lá atrás, perdido em um lugar onde mundos e super-heróis estavam lutando e morrendo. E eu lutava e morria junto com eles. 


Uma amostra da magia de Alan 
Bishop.  Manja só!



quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O Demônio da Mão de Vidro

GRAPHIC GLOBO #02: O DEMÔNIO DA MÃO DE VIDRO
Digitalização 3.0 e Ajustes by OutsiderZ/HORDA Scans

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Para baixar o episódio de A Quinta 
Dimensão, clique Aqui e Aqui

Trent é um homem sem memória que lembra apenas dos poucos dias em que vem sendo perseguido incessantemente por estranhos homens que querem matá-lo. Além disso, no lugar de uma de suas mãos, ele tem uam mão de vidro que, na verdade, é um pequeno computador que parece saber o que está acontecendo. Mas, não sabe tudo.

A mão está incompleta. Faltam componentes em três dedos. Componentes estes que podem explicar toda a história de Trent e elucidar quem ele é e porquê está sendo perseguido.

O que ele logo descobre, pelos próprios perseguidores, é que eles são alienígenas e, tato eles, quanto Trent, vieram do futuro da Terra, para este presente da Humanidade. Os kybens dominarão a Terra daqui a mil anos, mas, não dominarão os humanos, que sumirão de repente, como se nunca tivessem existido. 

Trent e sua mão podem ter a resposta para esse enigma, por isso os kybens o perseguem. Quando chega ao quartel general dos aliens, um prédio de escritórios, a coisa se complica ainda mais, quando uma mulher, Consuelo, estava no prédio depois da hora. Agora Trent precisa salvar a si mesmo e a moça, além de tentar conseguir as partes que faltam de sua mão. 

Não é a primeira vez que eu posto a graphic novel e o episódio da série A Quinta Dimensão (The Outer Limits) em que a mesma é baseada. Porém, da primeira vez, eu fiz no automático, sem saber muito sobre a série. Apenas achei curioso.

Desta vez, tendo postado a série inteira, resolvi refazer a HQ, para fazer jus a obra de Harlan Ellison, o roteirista. 



quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Hellblazer: Infernal - Vol. 02

HELLBLAZER: INFERNAL - VOLUME 02
Digitalização e Ajustes: OutsiderZ/HORDA Scans

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Continuando a fase de Garth Ennis, John Constantine tem alguns encontros inesperados neste volume. Logo de cara ele encontra, durante o Natal, com um tristonho Senhor da Dança que, hoje em dia, foi esquecido pela maioria das pessoas.

Em seguida, Constantine é convocado para estar na presença do Rei dos Vampiros, na história que comemorou as 50 edições da revista solo do mago. 

Logo depois, nem mesmo ao ir à lavanderia, Constantine consegue se livrar do sobrenatural que parece persegui-lo. 

E, por fim, mais um arco para lá de interessante. Alguém da família real está possuído por um demônio dos mais sanguinários, e Constantine é chamado para resolver a situação. Porém, quanto mais sabe sobre o caso, mais Constantine percebe que a coisa é muito pior do que parece.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Coleção Marvel Salvat: Wolverine I e II

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: WOLVERINE - ORIGEM
Digitalização e Ajustes by Renato P./HORDA Scans

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Quando a Marvel foi vendida para uma nova empresa, quem assumiu a presidência foi Bill Jemas. Cansado dos mistérios que cercavam o passado de Logan, exigiu que a origem do mesmo fosse contada em uma minissérie. Assim surgiu Wolverine Origens. 

Escrita por Paul Jenkins e ilustrada por Andy Kubert, a minissérie causou um rebuliço entre os fãs. Talvez a maioria preferisse que as origens de Wolverine tivessem parado ali mesmo por Arma X, quem sdabe. Ou apenas não gostaram do rumo tomado pelas decisões de Jemas. 

A única coisa que se sabia era que Logan era muito velho, tendo lutado até mesmo na Segunda Guerra Mundial, entre outras aventuras. Mas, a minissérie nos leva a um passado bem mais distante, onde uma tragédia em família acaba por despertar a fera que habita o jovem mutante. 

Com toda a controvérsia, a minissérie acabou sendo um sucesso e agora sabemos tudo - ou quase tudo - sobre Wolverine. E, como não poderia deixar de ser, devido ao sucesso, uma continuação foi escrita, agora com outro roteirista e outro Kubert nas ilustrações. 

Desta vez, além de ser foco de interesse do cientista sinistro conhecido como Nathaniel Essex, Logan tem seu primeiro encontro com o homem chamado Creed.

WOLVERINE - ORIGEM II
Digitalização e Ajustes by Renato P./HORDA Scans

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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A Biografia de Stan Lee

INCRÍVEL, FANTÁSTICO, ESPETACULAR:
 A BIOGRAFIA DE STAN LEE EM QUADRINHOS
Digitalização, Tradução e Letras by Biscoito de Rapadura

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Difícil lembrar quando me dei conta de quem era Stan Lee, em sua totalidade. Seu nome era uma constante nas HQs que da Marvel que eu lia quando garoto, com seu "Stan Lee Apresenta..." em cada história publicada, mesmo que não fosse escrita por ele. O cara era como o Walt Disney dos super-heróis, ele dava um rosto a um sonho. 

Mesmo sendo decenauta de carteirinha, eu sempre curti a Marvel da mesma forma e sempre percebi essa diferença básica entre as duas editoras: lá havia alguém que fazia a ligação entre nosso mundo e o mundo de fantasia que a editora nos proporcionava. Ele era a ponte. E, não só entre nós e a editora, mas entre os criadores e os personagens criados. 


Amado e odiado pelos fãs de super-heróis, ainda assim não se pode negar a contribuição de Stan Lee para o ponto de virada na História das histórias em quadrinhos. Sua relação com os co-criadores sempre foi conturbada, afinal, Stan Lee não era apenas o criador dos novos e retumbantes personagens que elevaram a Marvel a status de lenda, ele era também um comerciante. Ele se tornou a força motriz por trás de uma nova era dos super-heróis, junatndo em torno de si os melhores artistas. 

Stan Lee já teve sua história contada em livro e documentário, mas, faltava ser contada no ambiente mais adequado á sua pessoa: nos quadrinhos. Com a ajuda de Peter David e da artista Colleen Doran, o homem da Casa das Ideias nos traz a história de sua vida em detalhes, diretamente de suas memórias e sempre com muito bom humor. 


Sua vida quando criança; seu início na editora que viria ser a grandiosa Marvel; o encontro com sua esposa Joan; suas perdas e suas conquistas. 

Stan Lee viveu para que sua biografia incluisse a chegada da Marvel na era de filmes baseados em super-heróis que valeriam a pena assistir, algo pelo qual ele sempre esperou. Até mesmo estaria neles, em participações especiais e, assim, se completaria a sua jornada neste mundo de magia. 

Ainda assim, Stan nada fala sobre aposentadoria e continua fazendo o que faz de melhor, sonhando e realizando. 


A produção desta versão traduzida teve a participação de eu mesmo, na digitalização e limpeza dos scans, além de Skaetos na tradução e de Johnny Who na tradução, capa e edições complementares. Uma parceria entre Rapadura Açucarada e Gibiscuits! 

A edição impressa em português também já se encontra a venda em todas as livrarias: Incrível, Fantástico, Inacreditável, capa dura, 192 páginas, a R$ 60,00, mas pode ser encontrada mais barato, é só pesquisar.


terça-feira, 22 de novembro de 2016

Coleção Marvel Salvat: Arma X

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: WOLVERINE - ARMA X
Digitalização e Ajustes by Renato P./HORDA Scans 

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Barry Windor-Smith já era o cara bem antes de Wolverine: Arma X. Quando Roy Thomas conseguiu os direitos de publicação para Conan, o Bárbaro, Barry foi escalado para ser o artista a ilustrar as aventuras do selvagem hiboriano. A certa altura as vendas começaram a decair e Stan Lee encostou Roy Thomas na parede dizendo que era melhor cancelar a revista, pois um artista daquele naipe estava sendo desperdiçado ali. Roy Thomas insistiu e evitou o cancelamento. 

Com Arma X pudemos assistir de camarote todo o potencial de Barry Windsor- Smith posto a prova. Wolverine já era um personagem icônico, mas com muitas lacunas em sua origem e o artista foi quem ganhou a responsabilidade de preenchê-las. E, não apenas ilustrando, mas escrevendo, arte-finalizando e colorindo. Quase um trabalho de autor. 

O que surgiu disso foi algo que se tornou um clássico. Uma história selvagem e sensível acerca de um homem privado de sua liberdade e usado para os vis fins de um governo que desejava a máquina de matar perfeita. E conseguem, para o bem e para o mal. 

Nada do que veio depois, para explicar as origens de Wiolverine se assemelhou a algo assim, feito com tanta dedicação e noção do que seja uma boa história em quadrinhos, que deve ser algo para divertir, mas, ao mesmo tempo, elevar essa mídia ao grau de arte. 






sábado, 19 de novembro de 2016

Demolidor: A Queda de Murdock

DEMOLIDOR: A QUEDA DE MURDOCK - MILLER E MAZZUCHELLI Digitalização e Tratamento by Onomatopéia Digital

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Frank Miller já havia deixado de escrever o personagem há alguns anos, quando a Marvel o convidou para fazer isso mais uma vez, em um arco que se intitularia Born Again, aqui no Brasil conhecido como A Queda de Murdock. Mal sabia a editora que estava preparando o nascimento de um clássico que redefiniria, novamente, o Homem Sem Medo.

Na história, a identidade secreta do Demolidor é vendida a ninguém menos que seu maior nêmesis, Wilson Fisk, o Rei do Crime. Com essa informação em seu poder, o chefe do crime organizado da cidade de Nova York decide, não apenas executá-lo, mas, retirar tudo dele e deixá-lo na miséria e sem amigos.

Ilustrada pelo mesmo David Mazzuchelli de Batman: Ano Um, a HQ é um primor de narrativa e mostra o quanto Frank Miller estava no auge de seu talento. Quando o rei percebe que "um homem que perdeu tudo, é um homem sem medo", é tarde demais.

Demolidor: O Homem Sem Medo


DEMOLIDOR: O HOMEM SEM MEDO - MILLER & ROMITA, JR.
Diogitalização e Restauração by Onomatopéia Digital


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Com o sucesso da série produzida pela Netflix, me vejo na obrigação de republicar os scans destas duas obras que talvez sejam as mais importantes na história do personagem. A série capturou perfeitamente a essência de Matt Murdock e levou para as nossas telas de TV. Assim como sofreu uma revolução nas mãos de Frank Miller, nos quadrinhos, agora é a vez de isso acontecer em live action.

A vida gráfica do Demolidor se divide em duas eras: AM e DM (Antes de Miller e Depois de Miller). Frank Miller era apenas desenhista, ilustrando os argumentos de Roger Stern, até que um dia, cairam na besteira de deixar com que ele assumisse també os roteiros. Foi o começo de uma Era de Ouro para o personagem.

Miller criou novos personagens, incluindo a ninja Elektra, que descobririamos, era uma antiga paixão de Murdocl, que voltava a sua vida, muito mais mortal. A ampliação no conceito do personagem foi tanta que, nada era mais natural que o autor nos recontar sua origem do seu ponto de vista. Foi onde surgiu a minissérie Demolidor: O Homem Sem Medo. Miller estava no auge, já tendo reestruturado um personagem ainda mais icônico: Batman. Isto sem contar que ele nos dera a história mais eletrizante de Demolidor, que está publicada logo abaixo.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Coleção Marvel Salvat: Motoqueiro Fantasma

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: MOTOQUEIRO FANTASMA
Digitalização e Ajustes por Renato P./HORDA Scans 

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O Motoqueiro Fantasma foi enviado ao inferno, afinal havia vendido sua alma para Mephisto e teve de pagar o preço. Agora, noite após noite, ele tenta escapar das garras da agonia que o perseguem e continuamente ele é capturado por hordas demoníacas, despedaçado de diversas formas e regenerado novamente para que tudo recomece e sua agonia seja infinita. 

Mas Malachi, um anjo do paraíso, tem outros planos para o Espírito da Vingança, ele oferece a liberdade em troca da captura de um arquidemônio chamado Kazaan, ele terá que ser mais rápido que os agentes do Inferno e do Paraíso, Hoss e Rute, que já estão no encalço de Kazaam e não terá muito tempo para cumprir sua missão e conseguir sua tão sonhada liberdade. Estrada para a Danação é uma HQ macabra, os detalhes na arte fazem uma grande diferença, pois o produto final seria bem menos impactante sem o apoio visual dado por Clayton Crain.

Vale salientar que a história talvez não agrade as pessoas que se ofendem facilmente, pois a religião é tratada de forma crua e direta, para os anjos descritos por Garth Ennis “os fins justificam os meios”, ou seja, para que milhões vivam eles não ligam em sacrificar uma vida, são cruéis e impiedosos e punem aqueles que podem enxergá-los, já os demônios, não é nenhuma surpresa saber que eles não dão o menor valor a vida de quem quer que seja. 

O motoqueiro por sua vez é visto como alguém que não pode ser detido, ele está em uma missão e nada o deterá, ele foi marcado pelo período em que passou no inferno e fará de tudo para continuar longe de lá. Uma história com um tema forte, indicada para todos que gostam de batalhas violentas e cheias de ação, com cenas impactantes e um humor negro de primeira.

Esta resenha é do site Beco Literário.